
O ministro Alexandre de Moraes, do STF, rejeitou um pedido de Raimundo Cutrim, ex-deputado e ex-secretário estadual do Maranhão, para que a prisão domiciliar dele fosse revogada. A prisão foi ordenada pelo ministro Flávio Dino em julho.
Em sua decisão, Moraes não chegou a analisar o mérito do pedido, que tramita em segredo de Justiça no STF. O ministro considerou que não é possível apresentar habeas corpus contra decisões de ministros de tribunais superiores, o STF e o STJ, e negou seguimento à ação.
Em 20 de julho, Dino havia afastado Raimundo Cutrim da Secretaria de Assuntos Legislativos do governo do Maranhão e determinado a prisão domiciliar dele em uma investigação por coação e obstrução de Justiça.
Na terça, Alexandre de Moraes determinou buscas sobre Cutrim após investigações apontarem que ele foi a fonte do jornalista Luís Pablo, do Blog do Luís Pablo, em reportagens sobre suposto uso irregular de carros oficiais por familiares de Flávio Dino no Maranhão.
A Polícia Federal chegou a Cutrim a partir do acesso a dados de um notebook do jornalista, apreendido no mês de Março.
Moraes também já havia rejeitado um pedido de Raimundo Cutrim para que Flávio Dino fosse declarado suspeito em relação a ele. O processo segue em segredo de Justiça.

A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (13/8), a Operação Monte Sinai, que apura a atuação de organização criminosa suspeita de envolvimento em fraudes licitatórias, desvio de recursos públicos, lavagem de dinheiro, ocultação de ativos e crimes contra a ordem tributária no Maranhão. A investigação, iniciada pela PF, contou com o apoio da Receita Federal do Brasil e da Controladoria-Geral da União, por meio de análises realizadas pelas instituições.
Ação cumpre nove mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal, sendo três em São Luís e seis em municípios do interior do estado. Também foram autorizados o bloqueio e o sequestro de bens e valores, além da proibição de que empresas investigadas participem de licitações ou mantenham contratos com órgãos públicos.
Os elementos reunidos apontam para possíveis irregularidades na aplicação de recursos oriundos de emendas parlamentares federais, repassados por meio de convênios destinados à execução de obras de infraestrutura em municípios maranhenses.
Também são apurados indícios de utilização irregular de recursos provenientes de precatórios do Fundef/Fundeb em contratos de pavimentação e de infraestrutura, em possível desacordo com a destinação legal dessas verbas, vinculadas ao financiamento e ao desenvolvimento da educação pública.

Ricardo Duailibe, presidente do Tribunal de Justiça do Maranhão
Logo após o Supremo Tribunal Federal (STF) determinar a suspensão de pagamentos de verbas indenizatórias considerados incompatíveis com os limites estabelecidos pela Corte e apontou, entre os exemplos analisados, um pagamento de R$ 3.265.669,19 autorizado pelo Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA) a um desembargador aposentado, o presidente da corte emitiu uma nota pública.
De acordo com a nota, não houve, no mês de abril, pagamento de R$ 3.265.669,19 a qualquer magistrado, ativo ou aposentado, da Corte, conforme amplamente noticiado.
O valor mencionado na reportagem corresponde, na realidade, ao montante total de verbas rescisórias devidas a um magistrado em razão de sua aposentadoria. O pagamento está sendo realizado de forma parcelada e ainda não foi integralmente quitado pelo Tribunal.
O TJMA esclarece ainda que, desde o início da atual gestão, os pagamentos de verbas rescisórias a magistrados passaram a observar estritamente o teto constitucional, em cumprimento às decisões do Supremo Tribunal Federal sobre a matéria.
O Tribunal também informa que vem adotando as medidas necessárias para identificar e, quando for o caso, providenciar a restituição de eventuais valores pagos em desacordo com as regras remuneratórias vigentes.
O TJMA reafirma seu compromisso com o cumprimento das decisões do Supremo Tribunal Federal e com a transparência na divulgação das informações relativas à remuneração da magistratura.
São Luís, 13 de agosto de 2026
Tribunal de Justiça do Maranhão
O Supremo Tribunal Federal (STF) determinou a suspensão de pagamentos de verbas indenizatórias considerados incompatíveis com os limites estabelecidos pela Corte e apontou, entre os exemplos analisados, um pagamento de R$ 3.265.669,19 autorizado pelo Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA) a um desembargador aposentado.
A determinação consta de decisão publicada nesta quarta-feira (12), assinada pelo ministro Alexandre de Moraes. O caso maranhense foi incluído entre os pagamentos classificados pelo Supremo como “exorbitantes” e não autorizados pelas regras atualmente vigentes.
Segundo os dados apresentados ao STF, o pagamento de R$ 3,2 milhões foi autorizado pelo TJMA em 14 de abril de 2026 e seria realizado em 12 parcelas mensais e sucessivas, de acordo com a disponibilidade financeira e orçamentária do tribunal.
Além desse caso, o Supremo registrou que 300 magistrados do Maranhão receberam valores superiores a R$ 100 mil na folha de pagamento de abril.
Pagamento milionário chamou atenção do Supremo
O pagamento autorizado pelo TJMA a um desembargador aposentado aparece entre os exemplos analisados por Alexandre de Moraes após o Supremo solicitar informações detalhadas aos tribunais sobre as remunerações e verbas indenizatórias pagas a magistrados.
Em julho, o ministro havia determinado que os Tribunais de Justiça do Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Rondônia apresentassem informações individualizadas sobre os pagamentos realizados entre abril e julho de 2026. A determinação também exigiu cópias das folhas de pagamento dos magistrados ativos, aposentados e pensionistas.
Após receber os dados, o STF identificou pagamentos que, segundo a Corte, não estariam de acordo com as regras estabelecidas no julgamento realizado em março e posteriormente esclarecidas em julho.
300 magistrados receberam mais de R$ 100 mil
No caso do Maranhão, o Supremo registrou que 300 magistrados receberam mais de R$ 100 mil na folha de abril.
A decisão não detalha, nesse trecho, quanto cada magistrado recebeu individualmente nem quais rubricas formaram os valores pagos.
Entre as verbas identificadas nos documentos enviados pelos tribunais estão auxílio-assistência pré-escolar, licença compensatória, auxílio-mudança, auxílio-adoção, gratificações por funções administrativas e gratificações relacionadas aos cargos de presidente, vice-presidente e corregedor.
O STF afirmou que, apesar da clareza das regras estabelecidas anteriormente, foram encontrados pagamentos que, na avaliação dos ministros, estavam em desacordo com os parâmetros fixados pela Corte.
STF determina suspensão e devolução de valores
A decisão determina que os tribunais suspendam imediatamente parcelas indenizatórias que estejam em desacordo com as regras do Supremo.
Também deverão ser identificados os magistrados ativos, aposentados e pensionistas que tenham recebido valores considerados irregulares. Nos casos determinados pela decisão, os tribunais deverão providenciar a devolução dos valores que ultrapassarem os limites estabelecidos.
No caso do Maranhão, o presidente do TJMA deverá encaminhar ao STF, sob sigilo, a relação dos beneficiários atingidos pela determinação no prazo de 72 horas.
O tribunal também terá cinco dias para apresentar documentos que comprovem a suspensão dos pagamentos e as devoluções determinadas.
A Corregedoria Nacional de Justiça deverá acompanhar o cumprimento das medidas e poderá apurar eventual responsabilidade administrativa e disciplinar relacionada aos pagamentos.
Entenda os limites definidos pelo STF
Em março de 2026, o Supremo estabeleceu regras para limitar e padronizar o pagamento de verbas indenizatórias no Judiciário e no Ministério Público.
Em julgamento concluído posteriormente, a Corte manteve o limite de 35% do subsídio mensal para o conjunto das verbas indenizatórias, além das regras específicas para determinadas parcelas. O STF também proibiu o pagamento de benefícios como auxílio-alimentação, assistência pré-escolar e auxílio-creche quando criados por normas administrativas, leis estaduais ou decisões judiciais locais.
A Corte autorizou, em situações específicas, a indenização em dinheiro de férias, licenças-prêmio e plantões não usufruídos antes do julgamento, desde que observados os limites estabelecidos.
Também foi regulamentada a Parcela de Valorização por Tempo de Antiguidade na Carreira (PVTAC), que pode corresponder a 5% do subsídio a cada cinco anos de atividade jurídica, limitada a 35% do subsídio.
Outros pagamentos também foram apontados
A decisão do Supremo identificou situações semelhantes em outros tribunais estaduais.
Entre os exemplos mencionados estão pagamentos superiores a R$ 200 mil a magistrados do Rio de Janeiro e de Goiás, além de valores elevados registrados no Distrito Federal, Rio Grande do Norte, Paraná e Rondônia.
No Rio Grande do Norte, por exemplo, foi identificado pagamento de R$ 554 mil a um magistrado aposentado em abril e novamente em maio. No Distrito Federal, uma magistrada recebeu R$ 490 mil em maio, segundo os dados analisados pelo Supremo.
O objetivo da Corte é impedir que benefícios e verbas indenizatórias sejam utilizados para ultrapassar os limites definidos constitucionalmente e nas decisões do próprio STF.
Medida também alcança a AGU
Além dos Tribunais de Justiça, o STF determinou providências relacionadas à Advocacia-Geral da União (AGU).
O advogado-geral da União, Jorge Messias, deverá encaminhar ao Supremo as folhas de pagamento completas dos membros da instituição e identificar eventuais pagamentos que não estejam de acordo com as determinações da Corte.
A medida ocorre no contexto da revisão dos chamados “penduricalhos”, como são conhecidas verbas adicionais que podem elevar significativamente a remuneração de integrantes de carreiras públicas.
Supremo reforça fiscalização
A decisão desta quarta-feira representa mais uma etapa da ofensiva do STF para fazer cumprir os limites definidos para remunerações e verbas indenizatórias no Judiciário e no Ministério Público.
Em maio, Alexandre de Moraes já havia determinado que estavam proibidos pagamentos ou criação de parcelas remuneratórias ou indenizatórias que não estivessem expressamente autorizados pelas regras fixadas pela Corte. O ministro também determinou que os órgãos publiquem mensalmente os valores recebidos por seus membros, com a indicação das respectivas rubricas.
No caso do Maranhão, além do pagamento de R$ 3,2 milhões autorizado a um desembargador aposentado, o dado de que 300 magistrados receberam mais de R$ 100 mil em abril colocou o TJMA entre os tribunais que terão de prestar esclarecimentos e cumprir as determinações de suspensão e eventual devolução de valores.
As medidas ainda serão acompanhadas pela Corregedoria Nacional de Justiça, responsável por fiscalizar o cumprimento das determinações do Supremo.
A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (13), a Operação Monte Sinai, que investiga suspeitas de fraudes em licitações, desvio de recursos públicos, lavagem de dinheiro, ocultação de patrimônio e crimes contra a ordem tributária no Maranhão.
Conforme apurou o g1, a investigação envolve emendas do deputado federal Josimar Maranhãozinho (PL). O parlamentar, no entanto, não é alvo da operação.
Segundo a PF, a investigação começou a partir de análises feitas pela Receita Federal e pela Controladoria-Geral da União (CGU).
Ao todo, são cumpridos nove mandados de busca e apreensão autorizados pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Três deles são cumpridos em São Luís, quatro em Colinas, um em Presidente Dutra e um São Félix de Balsas.
O g1 não teve acesso aos nomes dos investigados e, por isso, não conseguiu localizar as defesas deles. O deputado federal Josimar Maranhãozinho também foi procurado, mas não havia se manifestado até a última atualização desta reportagem.
A Justiça também determinou o bloqueio e o sequestro de bens e valores dos investigados. Empresas envolvidas na apuração ainda ficaram proibidas de participar de licitações e de manter contratos com órgãos públicos.
De acordo com os investigadores, há indícios de irregularidades na aplicação de recursos de emendas parlamentares federais repassados por meio de convênios para obras de infraestrutura em municípios maranhenses.
A operação também apura a possível utilização irregular de recursos de precatórios do Fundef/Fundeb em contratos de pavimentação e infraestrutura. A suspeita é de que os valores tenham sido usados em desacordo com a destinação prevista em lei, já que esses recursos são vinculados ao financiamento e ao desenvolvimento da educação pública.
Josimar já foi alvo de outras operações
Apesar de não ser alvo da Operação Monte Sinai, deflagrada nesta quinta-feira (13), o deputado federal Josimar Maranhãozinho (PL-MA) já foi alvo de outras operações que investigaram suspeitas de irregularidades envolvendo emendas parlamentares e contratos públicos.
A mais recente foi a Operação Afluente, deflagrada pela Polícia Federal em 25 de junho deste ano. Na ocasião, Josimar foi alvo de buscas em uma investigação sobre suspeitas de desvio de recursos de emendas do chamado “orçamento secreto”.
Segundo a PF, a operação investigava uma organização criminosa suspeita de corrupção, desvio de recursos públicos e lavagem de dinheiro. Ao todo, foram cumpridos 18 mandados de busca e apreensão no Distrito Federal, em Goiás e no Maranhão.
De acordo com a investigação, os recursos teriam sido operacionalizados por meio da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) e direcionados posteriormente à contratação de empresas supostamente ligadas, direta ou indiretamente, ao grupo investigado.
Antes disso, Josimar também foi alvo da Operação Descalabro, da Polícia Federal, em 2020. A investigação apurou suspeitas de desvio de recursos de emendas parlamentares destinadas à saúde no Maranhão. À época, a PF apontou indícios de peculato e lavagem de dinheiro. O deputado negou irregularidades.
Em 2021, o parlamentar foi alvo ainda da Operação Maranhão Nostrum, conduzida pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Maranhão. A apuração investigou suspeitas de fraudes em licitações e contratos para fornecimento de medicamentos em municípios maranhenses ligados à base política do deputado.
Em março de 2026, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou Josimar Maranhãozinho, o deputado Pastor Gil (PL-MA) e o suplente João Bosco (PL-SE) em um processo envolvendo irregularidades na destinação de emendas parlamentares.
Segundo a Procuradoria-Geral da República (PGR), o grupo atuou no desvio de R$ 1,6 milhão em emendas. A acusação apontou que Josimar coordenava a destinação dos recursos, acompanhava a liberação dos valores e fazia cobranças de propina. As defesas negaram participação nos crimes.
Com informações do G1 Maranhão
A 2ª Vara da Fazenda Pública de Imperatriz confirmou medida tutela de urgência e decidiu condenar o Município de Imperatriz a executar serviço de infraestrutura urbana, com obras de pavimentação, conservação e reparos infraestruturais necessários na malha viária, com rede de drenagem/escoamento de águas da chuva. A cidade é administrada pelo Prefeito Rildo Amaral (foto acima).
A condenação também determina indenizar a comunidade em R$ 1 milhão por dano moral coletivo, corrigido pela Taxa SELIC acumulada a partir da data da fixação do valor pela sentença judicial definitiva.
A sentença, da juíza Ana Lucrécia Sodré, resultou do julgamento da Ação Civil Pública com pedido de tutela de urgência ajuizada pelo Ministério Público contra o Município de Imperatriz, com o objetivo de recuperar as ruas, vias e avenidas da cidade, que estão em condições precárias de tráfego, dentre outros pedidos.
OMISSÃO ADMINISTRATIVA
As provas juntadas ao processo indicam omissão administrativa desde 2023 até hoje, em garantir ações de melhorias infraestruturais da malha viária urbana do município de Imperatriz, pautadas no desenvolvimento, modernização e aprimoramento das condições de tráfego e segurança viárias
Informações apresentadas nas audiências de conciliação realizadas (20/07/2023, 03/04/2025, 18/08/2025 e 16/04/2026) indicam que faltam ações coordenadas e contínuas, bem como transparência, efetiva participação social e universalização das ações infraestruturais.
Embora o Município tenha adotado providências, com a recomposição e drenagem da malha viária urbana, a juíza considerou que as iniciativas de criação e execução de Plano Emergencial de Recuperação de vias, de Comitê Social Participativo e ações de pavimentação, tapa-buracos, drenagem, e construção de pontes, em 2023, representam apenas parte do cumprimento da decisão provisória já concedida nos autos.
PREJUÍZO DE DIREITOS FUNDAMENTAIS
Segundo a juíza, deficiências infraestruturais que prejudicam a mobilidade urbana imperatrizense embaraçam os deslocamentos dentro da cidade, em prejuízo do direito constitucional de ir e vir livremente e em segurança, o acesso e uso desembaraçado de serviços e direitos relativos à saúde, educação, lazer, cultura e trabalho.
A decisão informa ainda que o Município tem manifestado “postura ineficaz e sem resolutividade à problemática”, o que reafirma a situação de demora desarrazoada da Prefeitura em garantir os direitos essenciais da coletividade, que ano após ano, no período chuvoso, sofre com as consequências da ineficiência estatal.
“Problemas como enchentes (inclusive nas regiões centrais e de maiores fluxos da cidade), entupimento de “bocas de lobo”, transbordo dos riachos que cortam a cidade, desabamentos de pontes e casas, precarização generalizada da malha viária são apenas alguns dos problemas diuturnamente experimentados pela população local”, informa a sentença.

O candidato ao Governo do Maranhão, Orleans Brandão (MDB), reuniu-se nesta terça-feira (11) com o prefeito de Tutóia, Viriato Cardoso. Durante o encontro, o gestor da cidade, um dos principais portais de entrada para o Delta do Parnaíba, reafirmou seu apoio à candidatura do emedebista e destacou a parceria construída ao longo dos últimos anos, com a chegada de obras, investimentos e ações do Governo do Estado ao município.
Na ocasião, Viriato Cardoso destacou a contribuição de Orleans Brandão para a articulação de investimentos e afirmou que os resultados dessa parceria têm ajudado a transformar o município e melhorar a qualidade de vida dos moradores.
Tutóia está entre os municípios que receberam diversos investimentos na atual gestão estadual, articulados por Orleans Brandão. Entre as ações estão obras de pavimentação da estrada entre Barro Duro e o povoado São Bento, importante ligação para a população da região, além da reforma do CRAS, implantação do Viva/Procon, instalação de uma Estação Tech, entre outros serviços.
Orleans afirmou que sua forma de fazer política é baseada na proximidade com os gestores municipais, na amizade e na construção de parcerias. Ele ressaltou ainda que pretende ampliar esse trabalho em Tutóia caso seja eleito governador.
“Recebi hoje o prefeito Viriato, que é um grande parceiro. Eu só sei fazer política de um jeito: com amizade, com parceria e com trabalho. Em Tutóia não foi diferente. A gente levou muitas obras e ações importantes para o município. Tenho orgulho de ter contribuído para levar serviços de infraestrutura ao povoado São Bento, importantíssimo para toda a região; e de ter feito também parcerias para inúmeros serviços públicos na cidade”, ressaltou.
O prefeito Viriato Cardoso também destacou a atuação de Orleans Brandão e reafirmou que o município está alinhado com a candidatura do emedebista ao Governo do Maranhão. Segundo ele, a parceria resultou em obras e ações que deixaram marcas positivas para a população.
“Quero agradecer por todo o empenho e por ele ter dado essa atenção especial, esse carinho ao povo de Tutóia, que reconhece os serviços e é muito grato pelo trabalho realizado em nossa cidade. Estamos fechados com Orleans Brandão”, disse o prefeito.

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A segurança pública no Maranhão ganhou um novo reforço nesta terça-feira (11) com a entrega de mais um lote de viaturas destinadas ao trabalho em campo das polícias Civil e Militar. Os 113 novos veículos irão ampliar o policiamento preventivo e ostensivo na capital e em outros 19 municípios no interior, beneficiando principalmente o combate à criminalidade na Região Metropolitana de São Luís e o patrulhamento nas áreas de atração turística, além de reforçar o serviço de investigação da Perícia Criminal.
Com essa nova entrega, a renovação da frota policial maranhense chega a 1.115 viaturas novas entregues nos quatro anos do governo de Carlos Brandão. Os investimentos reforçam a estrutura das forças de segurança e ampliam a capacidade de atuação dos policiais em todo o estado.
Na cerimônia de entrega das viaturas, o governador Carlos Brandão destacou os investimentos que vêm sendo feitos pelo seu governo na reestruturação do sistema de Segurança Pública.
“Além da modernização substancial da frota de viaturas, incorporamos mais 1.900 policiais aprovados nos últimos concursos públicos para as Polícia Civil e Militar. Conseguimos ainda autorizar a realização de um novo concurso para a contratação de mais 3.350 policiais”, apontou.
“Fizemos também um programa de reforma completa em todas as 140 delegacias maranhenses, que agora estão climatizadas, com mobiliário renovado, para permitir melhores condições de trabalho aos profissionais e conforto à população. Foram feitos investimentos importantes nos serviços de inteligência e na reestruturação da Polícia Civil investigativa. Graças a isso, o Maranhão é hoje o estado com maiores índices de elucidação de crimes no Brasil”, completou o governador.
Para a secretária de Estado da Segurança Pública, a coronel Augusta Andrade, a iniciativa da gestão estadual vai reforçar ainda mais o trabalho operacional da polícia no estado: “A entrega dessas 113 novas viaturas vai ampliar a presença e a capacidade operacional da Segurança Pública do Maranhão, reforçando o combate à criminalidade na Região Metropolitana e o policiamento nas cidades do interior”, comentou a titular da SSP-MA.
Distribuição
Das 113 novas viaturas entregues, 61 serão destinadas ao reforço do policiamento da Região Metropolitana de São Luís; 20 veículos atenderão 19 municípios do interior; 18 reforçarão o Batalhão de Policiamento Turístico (BPTur); duas serão destinadas ao Batalhão de Policiamento Ambiental (BPA) e outras 12 viaturas irão incrementar o trabalho da Perícia Oficial de Natureza Criminal.
Reflexos nos índices de criminalidade
Todo esse investimento na modernização contínua das frotas das polícias se soma a um conjunto de outras estratégias adotadas pela gestão atual para fortalecer a atuação das forças de segurança no estado, com reflexos concretos na melhoria significativa de alguns dos principais indicadores de criminalidade.
De acordo com levantamentos recentes feitos pela Secretaria de Estado da Segurança Pública, em julho passado, por exemplo, os registros de Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI) praticados na Região Metropolitana da capital caíram 50% em relação ao ano passado. A taxa de feminicídio em todo o estado também caiu, por volta de 42%, em comparação com o mesmo período em 2025. O levantamento apontou ainda uma redução de 30% no furto de veículos e de 18% no roubo e furto de celulares, enquanto o registro de assaltos no transporte coletivo caiu 30%.
Municípios contemplados com as novas viaturas
Total de Viaturas: 19
■ Açailândia
■ Axixá
■ Barreirinhas
■ Bela Vista do Maranhão
■ Buriti
■ Cachoeira Grande
■ Graça Aranha
■ Icatu
■ Lago do Junco
■ Lajeado Novo
■ Parnarama
■ Pio XII
■ Rosário
■ São Bernardo
■ São João do Sóter
■ São Raimundo das Mangabeiras
■ Tufilândia
■ Turiaçu
■ Viana
O grupo político do deputado estadual Davi Brandão (MDB) segue ampliando sua presença no Maranhão e ganha um novo reforço em Capinzal do Norte.
Kleiton Mororó, liderança política do município e segunda via nas últimas eleições municipais, declarou apoio ao parlamentar e passa a integrar o grupo que vem fortalecendo sua atuação em diferentes regiões do estado.
Para Davi Brandão, a chegada de Kleiton Mororó representa a união de lideranças que compartilham o compromisso de trabalhar pelo desenvolvimento dos municípios maranhenses.
“É uma alegria receber Kleiton no nosso grupo. Ele conhece de perto a realidade de Capinzal do Norte e tem uma história de trabalho e compromisso com a população. Vamos caminhar juntos, ouvindo as pessoas e buscando cada vez mais oportunidades e melhorias para o município e para toda a região”, destacou o deputado.
Kleiton Mororó também ressaltou a importância da parceria e afirmou que sua decisão de caminhar ao lado de Davi Brandão está relacionada à confiança no trabalho desenvolvido pelo parlamentar.
“Chego para somar a um grupo que tem trabalho e compromisso em ouvir estar dentro dos municípios. Acredito no trabalho do Davi e tenho certeza de que essa parceria vai trazer bons resultados para Capinzal do Norte e para nossa região”, afirmou.
Com a nova adesão, Davi Brandão amplia sua presença política em mais um município maranhense e fortalece sua base com a chegada de uma liderança que reconhece a atuação do parlamentar e se une ao seu projeto político no Maranhão.