Porto do Itaqui tem investimentos de R$ 800 milhões formalizados

Foram assinados, na última sexta-feira (13), em São Paulo, os contratos de arrendamento de quatro novos terminais destinados à movimentação, armazenagem e distribuição de granéis líquidos no Porto do Itaqui. A cerimônia contou com a presença do ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas; do secretário nacional de Portos, Diogo Piloni; do presidente do Itaqui, Ted Lago; e dos representantes das arrendatárias.

Dos quatro terminais leiloados, três foram arrematados pela Santos Brasil Participações: IQI03, IQI11 e IQI12 e o IQI13 ficou com a Ultracargo. O investimento total dos empreendimentos é de mais de R$ 800 milhões.

“Essa cerimônia é extremamente significativa. Agora que os projetos começam a ser desenvolvidos, a gente já vislumbra que o valor do investimento vai superar aquele que foi inicialmente planejado”, disse o ministro.

Para o presidente do Itaqui, este é mais um marco importante dentro do plano de atração de investimentos para o porto público do Maranhão. “A iniciativa demonstra mais uma vez a confiança do setor privado na gestão da EMAP e no Governo do Estado do Maranhão tanto em médio quanto em longo prazo”, afirmou Ted Lago. Serão ampliados dois terminais que já estão em operação e construídos dois novos, o que praticamente vai dobrar a capacidade de armazenamento de combustíveis do Porto do Itaqui.

Em recente visita ao Itaqui, o CFO da Santos Brasil Participações, Daniel Pereira Dorea, falou sobre as expectativas com o novo investimento, que marca a entrada da empresa no segmento de granéis líquidos. “São as mais altas possíveis, fiquei especialmente impressionado com o trabalho que a EMAP vem realizando na gestão do Porto do Itaqui. Encontramos o que esperávamos, um porto com conexões rodoviárias e ferroviárias e uma infraestrutura realmente impressionante”, disse.

As áreas arrendadas integram o planejamento estratégico da EMAP e foram disponibilizadas para exploração de investidores privados por meio de contratos de arrendamento. Ao final do prazo contratado – um período de 20 anos, prorrogáveis por no máximo 70 anos – os terrenos temporariamente cedidos são devolvidos à administração pública.

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