São José de Ribamar: Luís Fernando e a participação maciça da população no Planeja

A participação popular tem sido a principal marca dos Seminários Planeja, que estão acontecendo durante todo o mês de Abril em São José de Ribamar, sob a organização da Comissão Executiva Municipal do PSDB. Comunidades das regiões da Sede e entorno, do Jardim Tropical e adjacências e da Zona Rural, já receberam o seminário.

Cidadã apresentando proposta para a reconstrução de São José de Ribamar (1)

E essa participação tem sido marcante não somente com a presença forte das lideranças de cada região, onde os eventos têm ocorrido, mas com o envolvimento efetivo dos cidadãos na apresentação de propostas concretas, contemplando todas as áreas da administração pública.

Para o ex-prefeito e presidente da Executiva Municipal do PSDB, Luis Fernando Silva, os recursos são sempre escassos para uma administração que trabalha. E diante disso, é preciso priorizar as ações, mas essa priorização deve ser definida essencialmente pela própria população.

“A prioridade legítima não pode ser definida pelo governante, tem que ser definida pelo cidadão. E é por isso que estamos aqui buscando as demandas da comunidade que participa ativamente com muitas propostas, avaliações e críticas, fundamentais para a elaboração de um bom planejamento de ações em benefício da comunidade”, declarou Luis Fernando.

Comunidade tem participado ativamente nos seminários

Em todos os seminários já realizados, a grande quantidade de propostas apresentada, tem reforçado a tese que Luis Fernando defende, antes mesmo de ter sido eleito prefeito de São José de Ribamar, em 2004, a de que o cidadão sabe mais do que a comunidade precisa para sua região do que os próprios governantes.

“Tenho certeza de que nós estamos construindo, com a participação da sociedade, o melhor plano de um governo que São José de Ribamar pode ter a partir de janeiro de 2017, independentemente de quem seja o prefeito, porque esse plano não tem a face de um prefeito ou de um político. Tem, na verdade, a face, o desejo e os anseios da sociedade ribamarense”, enfatizou Luís Fernando.

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PDT expulsa os seis deputados federais que votaram contra Dilma

pdtO PDT iniciou nesta segunda-feira (18/4) o processo de expulsão dos seis deputados federais do partido que ontem, domingo, votaram a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) – contrariando determinação expressa do Diretório Nacional.

A decisão do PDT de votar contra o impeachment foi tomada em dezembro do ano passado, sendo referendada posteriormente, por unanimidade, pelo Diretório Nacional reunido em Brasília dia 22 de janeiro; e, por último, confirmada na última sexta-feira (15/4), em reunião da Executiva com integrantes da Comissão Nacional de Ética, presidentes dos movimentos de base partidário e integrantes das bancadas do PDT na Câmara e no Senado.

Reunida nesta manhã (18/4) na Sede Nacional do partido, em Brasília, os membros da Comissão Permanente discutiram o comportamento dos deputados do PDT e, ao final, confirmaram a decisão de expulsar os deputados infiéis.

Votaram contra a determinação da direção do partido e foram expulsos, de ofício, os deputados federais Mario Heringer (MG), Sérgio Vidigal (ES), Giovanni Cherini (RS), Flávia Morais (GO), Subtenente Gonzaga (MG) e Hissa Abrahão (AM).

A Comissão de Ética, como anunciado, iniciou os processos de expulsão garantindo a todos amplo direito de defesa previsto na legislação e nos estatutos; e vai submeter o seu parecer ao Diretório Nacional do PDT já convocado para decidir sobre o assunto no próximo dia 30 de maio, no Rio de Janeiro.

Os que forem dirigentes estaduais serão destituídos dos cargos, caso do Espirito Santo, presidido por Sergio Vidigal; e Goiás, presidido por Georges Morais – e também serão destituídas as comissões provisórias do PDT nos estados de Minas Gerais e Amazonas presididas, respectivamente, pelos deputados Mario Heringer e Hissa Abrahão.

A decisão de expulsar os infiéis foi tomada pela Executiva em dezembro passado, ato referendado pelo Diretório nacional dia 22 de janeiro e, por último, confirmado na sexta-feira passada (15/4) na reunião da Executiva Nacional, com a Comissão de Ética,  movimentos partidários e bancada federal do partido. Os parlamentares, todos, também foram avisados por escrito que corriam risco de expulsão caso não votassem contra o impeachment.

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Defensora de novas eleições, Marina Silva diz que PMDB é tão responsável pela crise quanto o PT

marina silvaTerceira colocada nas eleições de 2014 e defensora de que a crise política atual seja definida com uma nova ida dos eleitores às urnas, a ex-senadora Marina Silva atacou nesta segunda-feira PT e PMDB, partidos, segundo ela, responsáveis pelo atual cenário de desalento político e disse que o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff “não alcança ainda a finalidade de resolver a grave crise política, econômica, social e ambiental em curso”.

A Rede Sustentabilidade, partido criado por Marina Silva, se posicionou a favor do seguimento do ato de impeachment da presidente petista, embora deputados da legenda, como Alessandro Molon (RJ), tenham votado neste domingo contra a admissibilidade do processo. “Há clareza na sociedade de que o partido do vice-presidente Temer é tão responsável pela crise política, ética e econômica quanto o partido da presidente Dilma”, disse Marina, que também defendeu a saída dos peemedebistas Eduardo Cunha da presidência da Câmara dos Deputados e de Renan Calheiros da presidência do Senado. Os dois são citados como beneficiários de propina do escândalo do petrolão.

“Lideranças políticas do Brasil estão envolvidas em corrupção e querem usar o poder para se esconder das denúncias da Operação Lava Jato. Embora hoje se digladiem, há bem pouco tempo boa parte desses envolvidos estavam juntos e gestaram o caos atual, pela corrupção, pela incompetência, pelas artimanhas políticas. PT e PMDB são faces de uma mesma moeda, são complementares na sua determinação de manter de pé a política ultrapassada e corrosiva”, opinou a ex-senadora.

Mais uma vez, Marina Silva defendeu que que sejam convocadas novas eleições e que o desfecho para o destino da dupla Dilma Rousseff e Michel Temer seja arbitrado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), onde tramitam ações de impugnação da candidatura que podem levar à derrubada da chapa vencedora das eleições de 2014. “A Rede Sustentabilidade confia que o Tribunal Superior Eleitoral julgará com a celeridade possível as denúncias de fraude eleitoral da chapa Dilma/Temer nas eleições de 2014, devolvendo à sociedade o poder de decidir o futuro do país”, argumentou a ex-candidata em nota.

“A população tem o direito de dar a palavra final, agora sabendo de tudo o que ficou oculto em 2014, e escolher um novo governo para coordenar os imensos esforços que o Brasil terá de fazer para tirar o país da crise”, concluiu.

Veja.com

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Deputados federais explicam seus votos…

Por meio de suas redes sociais, alguns deputados federais resolveram explicar seus votos contra e favor do Impeachment da presidente Dilma, em sessão ocorrida durante a tarde/noite deste domingo (17), onde a maioria optou pelo prosseguimento do processo.

Veja abaixo a justificativa dos deputados Aluísio Mendes, Weverton Rocha e Waldir Maranhão, que votaram contra o Impeachment:

rubensjr

aluisio

weverton

waldir

Veja as justificativas dos deputados que votaram a favor do Impeachment:

fufuquinha

victor mendes

cleber verde

juscelino filho

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Operação Lei Seca autua mais de 100 motoristas por alcoolemia em São Luís

A Operação Lei Seca, realizada no último fim de semana, flagrou 111 motoristas dirigindo sob o efeito de álcool na capital maranhense. Desse total, 15 fizeram o teste do bafômetro e 96 se recusaram, o que implica em infração por alcoolemia. A operação foi realizada pelo Departamento Estadual de Trânsito do Maranhão (Detran-MA) em parceria com a Polícia Militar, por meio da Companhia Rodoviária Militar Independente (CPRV Ind).

detran

A diretora-geral do Detran, Larissa Abdalla, que acompanhou a operação, afirmou que os resultados são importantes e que apontam para a manutenção das ações. “Em razão do número elevado de autuações por alcoolemia, vamos intensificar as fiscalizações em São Luís. Temos que trabalhar para garantir a paz no trânsito e a operação Lei Seca tem contribuído bastante para a redução de acidentes”, declarou.

A operação Lei Seca foi iniciada na sexta-feira (15), na área do Parquinho da Avenida Litorânea, e continuou no sábado (16), na Avenida dos Holandeses, e no domingo (17) uma blitz foi montada na Avenida Carlos Cunha. Nos três dias, foram lavrados 181 autos de infração.

“O que se observa é que ainda falta consciência dos motoristas em relação à mistura de álcool e direção. Em um único dia, de 165 abordagens, somente 115 pessoas fizeram o teste do bafômetro, ou seja, foram 50 recusas, um número muito alto”, destaca o tenente Jaldin, comandante da operação na sexta-feira.

De acordo com o comandante, na madrugada de sábado, um motorista foi conduzido à delegacia, por apresentar teste do bafômetro com resultado de 0,8mg/l (miligramas de álcool por litro de ar), quantidade acima de 0,33 mg/l, limite para que a infração também seja considerada crime de trânsito.

Durante toda a operação, 433 pessoas foram abordadas e 358 fizeram o teste do bafômetro. As fiscalizações do fim de semana também tiraram das ruas 22 veículos irregulares, 15 carros e 7 motos.

Bom exemplo
A esteticista Deija Célia fez o teste do bafômetro pela primeira vez na operação deste fim de semana. Ela obteve o resultado de 0,00 mg/l e queria deixar o exemplo para os demais motoristas. “Temos que lutar por um trânsito mais seguro. Depois do acidente, nenhuma punição pode restaurar os males que podem vir dessa violência”, comentou.

O garçom Edvar de Sousa, que lida com várias pessoas que insistem em dirigir depois de beber, disse que já viu muita gente sofrer acidentes e confessou que deixou de consumir bebida alcoólica por esse motivo. “As pessoas acham que o acidente nunca vai acontecer com elas. Acho que as operações da Lei Seca devem continuar em avenidas que passam nestas áreas de bares e restaurantes, só assim, o trânsito ficará mais seguro”, opinou.

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São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Rio de Janeiro foram decisivos a favor do Impeachment de Dilma

Os Estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Paraná, foram os grandes “responsáveis” pela maioria dos votos favoráveis ao prosseguimento do processo de Impeachment da presidente Dilma, ocorrido neste domingo (17). Ao todo, foram 367 votos a favor, 137 contra, 7 abstenções e duas ausências.

Em termos absolutos, os estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Paraná foram os que registraram o maior número de votos favoráveis ao impeachment da presidente. Os baianos, por outro lado, foram os que mais votaram contra o processo (22 contra e 15 favoráveis).

Já nos Estados de Rondônia e Amazonas, 100% dos deputados votaram contra a presidente, sendo oito votos de cada Estado, totalizando dezesseis votos favoráveis ao Impeachment. O percentual também foi alto em Goiás (94% a favor, 6% contra), em Roraima, no Distrito Federal e no Rio Grande do Norte (com 88% dos parlamentares votando a favor e 13% votando contra).

A  maior parte dos deputados da Bahia, Amapá e Ceará,  saiu em defesa de Dilma. Já no Piauí e Maranhão, a votação ficou dividida.

São Paulo: 57 a favor e 13 contra

Minas Gerais: 41 a favor e 12 contra

Rio de Janeiro: 34 votos a favor e 11 contra

Paraná: 26 votos a favor e 4 contra

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PT pensa em apresentar proposta de novas eleições para “virar o jogo”

dilma1Depois de 43 horas de debate e uma sessão de 10 horas de votação, a Câmara dos Deputados selou o destino da presidente Dilma Rousseff no Congresso.

A partir de agora, caberá ao Senado julgar se ela cometeu ou não crimes de responsabilidade ao praticar as chamadas pedaladas fiscais e abrir créditos suplementares sem consultar o Congresso.

Com uma base aliada desfalcada e a credibilidade em xeque, a petista corre o risco de ser afastada do cargo já no próximo mês – caso a maioria simples do Senado aprove o início de seu julgamento na Casa.

Pelo menos no discurso, no entanto, a presidente não dá sinais de que irá jogar a toalha tão cedo.

“Se alguém imagina que ela se curvará com o resultado de hoje (ontem), se engana. Ela não se acovardou”, afirmou o advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, a jornalistas na madrugada de hoje. “Ela vai continuar lutando”.

A questão é: depois das sucessivas derrotas dos últimos dias, há chances de Dilma Rousseff reverter uma possível abreviação do seu mandato?

“Dificilmente o governo vai conseguir recuperar esse baque no Senado”, afirma Thiago Vidal, coordenador de análise política da Prospectiva. Segundo projeção do consultor, a oposição já teria 55% dos votos para abertura do julgamento de Dilma.

Se esse cálculo se confirmar, a presidente é afastada do cargo por até 180 dias e o vice Michel Temer assume a chefia do Executivo no período.

É neste ponto que as chances de Dilma podem se deteriorar ainda mais. Como lembra Vidal: se na chefia do governo a presidente não conseguiu reverter o quadro negativo, sem a estrutura de poder, a missão se torna impossível.

No entanto, para Marcelo Issa, diretor-executivo da Pulso Público, o governo ainda não deu sua última cartada.

Nesta segunda, o diretório nacional do PT analisa a proposta de lançar uma campanha pela realização de novas eleições para a presidência – ideia palatável inclusive para o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), que confabula uma hipótese semelhante com aliados na Casa.

A ideia do PT é apresentar uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para convocar novas eleições. O texto só dependeria da aprovação do Senado para sair do papel. “A gente não pode esquecer que a situação do governo Dilma no Senado é mais favorável do que na Câmara”, afirma Issa, da Pulso Público.

Ainda restam dúvidas se o governo terá condições de salvar o mandato da petista. Tudo indica que o jogo ainda não acabou.

Exame.Com

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Processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff é aprovado na Câmara

A Câmara dos Deputados aprovou, neste domingo (17/4), o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff. A Casa conseguiu os 342 votos necessários para que o processo fosse aprovado. A votação teve início por volta 17h45, após os parlamentares discursarem, e cantarem o Hino Nacional. Quem começou foi o deputado Washington Reis (PMDB-RJ), que estava com problemas de saúde. Depois, foi seguida a ordem pré-estabelecida pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), em que o voto era revezado entre os estados brasileiros. O voto decisivo foi do deputado Bruno Araújo (PSDB-PE). “Quanta honra o destino me reservou de poder da minha voz sair o grito de esperança de milhões de brasileiros. Sim pelo futuro”, afirmou.

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Agora, o pedido segue para o Senado Federal, na segunda-feira (18) e, no dia seguinte, já deve ser lido em plenário. O Senado terá que formar uma comissão de 21 membros que discutirá a admissibilidade do processo. Para o impeachment ser aprovado, é preciso uma decisão da maioria simples, o equivale a 41 dos 81 senadores. Caso o parecer seja aprovado, Dilma fica afastada por até 180 dias para julgamento pelos supostos crimes de responsabilidade e Michel Temer assume como presidente interino.

Dilma Rousseff só será, de fato, impedida de continuar no cargo se, ao final da instrução do processo no Senado, ela for condenada em plenário pelo voto de, ao menos, 54 dos 81 senadores. Essa última sessão será comandada pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) da época.

Acompanhamento da votação

Antes da votação da Câmara, manifestantes pró e contra o impeachment tomaram as ruas do país. Em Brasília, mais de 50 mil pessoas ocuparam a Esplanada dos Ministérios. Também houve atos no Rio de Janeiro, em Belo Horizonte, São Paulo, Recife, Cascavel (PR), Porto Alegre.

Durante a votação na capital federal, os manifestantes acompanharam cada voto dos deputados em quatro telões na Esplanada dos Ministérios, vaiando e apoiando a cada “sim” ou “não” dito pelos políticos.

Correio Braziliense

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Maranhão tem participação destacada no processo de Impeachment da Presidente Dilma

O Maranhão, quem diria, está tendo uma participação mais do que destacada no processo do Impeachment da presidente Dilma, que ocorrerá neste domingo, a partir das 14h da tarde. Na verdade, a sessão já começou desde a manhã da última sexta-feira (15), onde deputados governistas e de oposição usaram o plenário para fazer suas considerações.

fdedilmaO governador Flávio Dino, defensor ferrenho da presidente, é um dos grandes responsáveis pela “virada de jogo” ocorrida nas últimas 24h, onde conseguiu angariar mais votos contra o Impeachment. O Maranhão será o 16º Estado a votar, e os parlamentares maranhenses serão chamados por ordem alfabética.

Dezoito deputados federais maranhenses que fazem parte da nossa bancada em Brasília e que nos representam, ao que tudo indica, terão participação decisiva no processo. Atualmente, o jogo está, digamos, empatado: 9 contra e 9 a favor. Os deputados contra o Impeachment, são: Pedro Fernandes (PTB), Rubens Júnior (PCdoB), Zé Carlos (PT), Weverton Rocha (PDT), Júnior Marreca (PEN), João Marcelo (PMDB), José Reinaldo (PSB),  Aluísio Mendes (PTN) e Waldir Maranhão (PP), este último, declarou apoio a Dilma nos 45° do segundo tempo, pois era aliadíssimo de Eduardo Cunha, presidente da Câmara Federal, atitude que o fez perder o comando estadual do PP no Maranhão.

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Já os que apoiam o processo contra a presidente Dilma, são: Eliziane Gama (PPS), Hildo Rocha (PMDB), André Fufuca (PP), Juscelino Filho (DEM), Sarney Filho (PV), Alberto Filho (PMDB), Cléber Verde (PRB), Victor Mendes (PSD) e João Castelo (PSDB). Resta saber se alguém pró ou contra vai virar esse jogo de uma vez e ajudar (ou não) no processo.

Até agora, ainda não é possível fornecer um prognóstico de qual será o resultado dessa votação, uma vez que, principalmente na política, as coisas mudam como as nuvens, mas de uma coisa temos certeza: Até as 14h deste domingo, muitos ventos ainda vão soprar pela capital federal.

Aguardemos cenas do capítulo principal de hoje, que pode encerrar essa novela em definitivo, ou não!

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Eleições 2016: Entrevista com o pré-candidato a vereador Neto Cruz

Dando continuidade a série de entrevistas com os pré-candidatos à vereança nas eleições municipais de 2016, entrevistei o contador e blogueiro Neto Cruz, pré-candidato assumido a uma cadeira no legislativo municipal de Paço do Lumiar. Neto Cruz é conhecido no meio político, jovem inteligente, e sonha em poder trabalhar por dias melhores em sua cidade, que se encontra cada vez mais abandonada.

Leia abaixo a entrevista que o pré-candidato concedeu ao Blog da Cristiana França: 

neto cruz

  • Quem é Neto Cruz?

Blogueiro e Contabilista, filho de Kátia Cilene Vieira e José de Ribamar da Cruz Filho, irmão de Karolline Cruz, pai de Nícolas Quéops Cruz e tio de Lindsay Lorena. Um jovem sonhador, trabalhador e cheio de ideais que vem conquistando seu espaço através da luta diária e da determinação.

  • Como pré-candidato à Vereador, quais as suas considerações para melhorar a cidade de Paço do Lumiar? Qual será sua bandeira?

São muitas as considerações, mas posso dizer que precisamos de legisladores que estejam comprometidos com a população de Paço do Lumiar e não vereadores que usam do plenário para resolver intrigas pessoais ou que lutem em causa própria. Não terei uma bandeira específica, mas estarei na luta em áreas como saúde, educação, infraestrutura e também pelo esporte amador luminense.

  • Ainda como pré-candidato, já começou os trabalhos de base? Como estão os apoios? E quanto aos pré-candidatos à Prefeito, já decidiu quem vai apoiar?

Meu trabalho vem sendo feito ao longo dos últimos anos, no que diz respeito ao assistencialismo. O meu apoio principal está vindo por parte da família, amigos e entusiastas de pré-campanha. Quanto a quem vou apoiar, estarei seguindo o partido ao qual me filiei, o Partido Progressista (PP).

  • Porque o jovem Neto Cruz é pré-candidato a Vereador de Paço do Lumiar?

O que me levou a pensar em me pré-candidatar, foi a ideia de RENOVAÇÃO no legislativo municipal, não sendo esse um pensamento só meu, como também da maioria dos luminenses. Amigos e familiares, vendo o meu desempenho como blogueiro, que sempre reclamava por melhorias no município, me perguntavam: “Por que você não entra na disputa para vereador? Isso foi começando a crescer dentro de mim, esse sentimento de poder fazer mais pela população do meu município. Após as eleições de 2012, na qual foi eleito meu deputado e padrinho político Wellington do Curso, essas conversas começaram a acontecer com mais freqüência, e chegamos à conclusão de que SIM, eu iria concorrer a uma cadeira no legislativo municipal de Paço do Lumiar nas eleições municipais de 2016.

E aproveito o espaço para falar que já estou contando com a aceitação de muitos em torno do meu nome, e sou muito grato por tudo isso.

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