Os Municípios recebem nesta quarta-feira, 28 de fevereiro, R$ 1.821.177.357,13 referente ao 3º decêndio deste mês do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). O montante a ser creditado nas contas das prefeituras já está descontado a retenção do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).
Em valores brutos, ou seja, incluindo o Fundeb, o valor é de R$ 2.276.471.696,41. A Confederação Nacional de Municípios (CNM) informa que, de acordo com os dados do Tesouro Nacional, o 3º decêndio de fevereiro de 2018, comparado com mesmo decêndio de 2017, apresentou um aumento de 6,06% em termos nominais, ou seja, comparando os valores sem considerar os efeitos da inflação.
Esse repasse é 9,1% maior do que o previsto pela Secretaria do Tesouro Nacional para o decêndio. O valor deflacionado do repasse do 3º decêndio de fevereiro em relação ao mesmo decêndio de 2017 apontou crescimento de 3,45% levando em conta as consequências da inflação.
Confederação Nacional dos Municípios
Recém-empossado como ministro Extraordinário da Segurança Pública, Raul Jungmann anunciou nesta terça-feira (27/2) a exoneração de Fernando Segovia da Direção-Geral da Polícia Federal.
Segovia será substituído pelo delegado Rogério Galloro.
A informação é do Correio Braziliense.
Um dos membros do Partido Republicano Brasileiro (PRB) no Maranhão, o deputado estadual Júnior Verde participou, neste sábado (24), do ato de filiação do vice-governador Carlos Brandão à sigla, presidido no Estado pelo deputado federal Cleber Verde.
Durante seu discurso, Júnior Verde destacou a consolidação da chapa PRB – PC do B e a importância de o partido ter um vice-governador, compartilhando responsabilidades. “Não é que estejamos mais fortes. Estamos mais responsáveis. O PRB hoje tem a oportunidade de estar ao lado do governador Flávio Dino contribuindo com o desenvolvimento social do Estado”, ponderou.
Recebido com festa, Carlos Brandão falou da sua alegria de estar entrando no partido, que vem crescendo no País, destacando que o ato reforça a aliança com o governador Flávio Dino nas eleições deste ano. Cléber Verde afirmou que a legenda está recebendo com vibração o vice-governador, que tem um histórico de luta em favor do Maranhão. “Vamos consolidar ainda mais a nossa atuação pelo desenvolvimento do Maranhão e o vice-governador vai contribuir com esse projeto”, disse.
Segundo o governador Flávio Dino, o PRB já faz parte da sua administração. “Brandão é um vice atuante e aliado leal, e o PRB é um partido importante no país e que ficará mais forte ainda com a entrada dele”, pontuou.
O evento reuniu diversas autoridades políticas do estado, como o governador Flávio Dino; o presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado Othelino Neto; mais de 50 prefeitos de diversos partidos; presidentes de partidos aliados – dentre os quais, o deputado federal Weverton Rocha (PDT); diversos deputados estaduais e federais; secretários de estado; e o senador pelo Rio de Janeiro, Eduardo Lopes, que veio para a solenidade representado o presidente nacional, Marcos Pereira.
O vereador Sá Marques, que também é policial civil, participou, na tarde da última sexta-feira (23), de uma audiência pública que discutiu Projeto de Lei do Executivo Estadual, que trata sobre a organização administrativa da Polícia Civil. O evento contou com a presença de várias autoridades políticas, entre elas, os deputados estaduais Júnior Verde, presidente da Comissão de Segurança na AL-MA , do autor da audiência, Eduardo Braide, do deputado Wellington do Curso, além de representantes de entidades ligadas a área da segurança.
Durante a audiência, Sá Marques defendeu a categoria, destacando pontos fundamentais de garantia de direitos aos policiais civis. Um dos temas debatidos, foi a possível retirada de entidades representativas da classe, tais como o Sinpol e Adepol, do Conselho da Polícia Civil, que, para o vereador, é um verdadeiro retrocesso.
“Esta medida é um grande erro. O Conselho da Polícia Civil deve contar com a efetiva participação das Associações de Policias Civis e Delegados da Polícia Civil e Sindicato dos Policiais Civis, entidades representativas da categoria. Obviamente que meu posicionamento sempre será contrário a esta possibilidade, que espero profundamente que não se concretize“, ressaltou Sá Marques.
O parlamentar também se mostrou contrário ao fim do pagamento de diárias e ajudas de custo a policiais, quando o trabalho for em outro no município, mas de uma mesma regional a qual trabalham.
“Vou citar um exemplo:Um policial lotado em Imperatriz e que tenha que fazer um trabalho de investigação em Riachão, ele deixaria de receber diária e ajudas de custo, o que não concordo de maneira alguma, pois, o policial viaja para trabalhar, a serviço do Estado, e para defender a sociedade, garantir a segurança e cumprimento da lei. São direitos que não podem ser tirados”, enfatizou o vereador.

Outro ponto criticado por Sá Marques, foi a redução do repasse destinado a Polícia Civil. O valor já era considerado baixo e apresentou queda. Do total repassado para área de segurança, apenas 0,7% seria destinado a categoria, montante menor do que no ano passado, quando era de 0,8%, percentual também muito baixo, não condizente com os complexos e importantes trabalhos desempenhados pela Polícia Civil.
“Como vereador e policial civil há mais de 20 anos servindo essa honrosa corporação, jamais abandonarei meus colegas, continuarei vigilante e lutando por melhorias para a classe. A polícia civil merece ser olhada com mais respeito, melhores condições de trabalho, estrutura e salários. A busca incessante é pela valorização dos profissionais que integram a Polícia Civil”, pontuou Sá Marques.
O Projeto de Lei já foi encaminhado pelo Executivo e seria votado na terça-feira (27) na Assembleia Legislativa, mas, na sessão desta segunda-feira (26), o presidente Othelino Neto anunciou que o Projeto será revisado e que será votado em nova data a ser divulgada.
O Vereador Sá Marques também aproveitou a oportunidade para parabenizar todo o empenho e a movimentação das entidades e classes da Polícia Civil, assim como a sensibilidade dos deputados, que vislumbraram a não prejudicialidade da categoria da policia, em especial os deputados Eduardo Braide, Wellington do Curso e Júnior Verde.
“Quero aqui solicitar a sensibilidade por parte da Assembleia na busca da valorização dos policiais civis e que respeite as conquistas adquiridas com tantas lutas dos trabalhadores e que seja cumprido o que foi prometido a categoria”, finalizou o parlamentar.
A Mesa Diretora da Assembleia Legislativa apresentou projeto de Decreto Legislativo extinguindo o auxílio-moradia aos deputados estaduais maranhenses. A proposta foi publicada na edição da última quinta-feira (22) do Diário Oficial da Casa, está tramitando e deve ser apreciada, em plenário, nos próximos dias.
O projeto é assinado pelo presidente da Casa, deputado Othelino Neto (PCdoB), e pelos outros parlamentares integrantes da Mesa Diretora: Fábio Macedo (1º vice-presidente), Josimar de Maranhãozinho (2º vice-presidente), Adriano Sarney (3º vice-presidente), Levi Pontes (4º vice-presidente), Stênio Rezende (1º secretário em exercício), Zé Inácio (3º secretário) e Nina Melo (4ª secretária).
Em seu primeiro parágrafo, a proposta revoga as disposições do DL nº 448. “Fica revogado o Decreto Legislativo nº 448 que institui o benefício do auxílio-moradia aos deputados da Assembleia Legislativa e dispõe sobre sua concessão”, estabelece o projeto.
Uma vez aprovado o projeto, proposto pela Mesa Diretora, o Decreto Legislativo vai extinguir o benefício do auxílio-moradia a que os deputados têm direito e passa a valer a partir da data de sua publicação.
Vendedores ambulantes realizam um protesto na manhã desta segunda-feira (26) na área central de São Luís. Eles reivindicam um espaço adequado para continuar atuando no comércio informal da capital.
Segundo o vendedor ambulante e líder do movimento, João Batista, desde que a categoria foi retirada da Praça Deodoro, em virtude de uma obra feita pela Prefeitura da capital, nenhum local foi disponibilizado para que eles continuassem trabalhando.
“Nós estamos reivindicando um espaço para trabalhar. Nós não somos contra a reforma, contra a melhoria da praça, mas nós precisamos de um lugar para continuar com as nossas atividades”, revelou João Batista.
João Batista acrescenta também que a Prefeitura havia prometido que os vendedores ambulantes seriam remanejados para pontos próximos as paradas de ônibus, mas isto não aconteceu. “Nós somos mais de 400 bancas de vendedores. A Prefeitura nos prometeu que a gente iria para locais perto das paradas dos ônibus e nós não fomos encaminhados até hoje. Faltou planejamento e nós ficamos sem espaço para trabalhar”, concluiu.
A Polícia Militar e agentes da Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes (SMTT) acompanham a manifestação a fim de manter a segurança e o tráfego de veículos no local.
G1 Maranhão
Em Assembleia realizada no último dia 20 de fevereiro, a categoria dos profissionais em educação de Buriti Bravo, em sua maioria professores, decidiu paralisar por dois dias, afim de que a administração municipal reveja o mapeamento, destinando 16 aulas aos professores de sua rede educacional.
Por iniciativa da União dos Dirigentes Municipais da Educação – UNDIME – em orientar Secretários Municipais de Educação procedendo alteração da jornada de trabalho dos professores, estabelecendo hora/aula com duração de 60 minutos ou, ainda, aumentar para 16 o número de aulas semanais, com duração de 45 ou 50 minutos, tendo por base Nota Técnica do Ministério Público Estadual e no Parecer 18/2012 do Conselho Nacional de Educação (CNE) foram retirados dos professores em Buriti Bravo, até o momento, direitos adquiridos, ao longo do tempo. 
De acordo com o SINPROESEMMA, sindicato dos profissionais em educação do estado do Maranhão, a Lei do Piso (11.738/2008) estabelece o quantitativo de 1/3 da jornada para atividades extraclasses.
Mesmo a Undime e Famem tentando mostrar o contrário, é fato que nota Técnica e Parecer constituem-se, orientação/recomendação, não têm portanto, força de Lei; A classe ainda defende que os argumentos e interpretações utilizados pelos Gestores são equivocados e não têm embasamento legal, até porque, historicamente no Brasil, a duração da hora/aula dos professores nas redes públicas, varia entre 45 e 50 minutos. 
Alguns professores estiveram pelo centro comercial de Buriti Bravo, distribuindo panfletos e explicando à população, o porquê da paralisação. Estes ainda informaram que os dias paralisados serão pagos, de modo a não haver prejuízo para os alunos e consequentemente para o município, principalmente, levando em conta, que na Zona Rural as aulas ainda não começaram e que algumas escolas da sede ainda passam por reformas.
O que os profissionais em educação desejam, é poderem cumprir com seus deveres, mas tendo respeito aos seus direitos.
O governador Flávio Dino visitou, na manhã deste sábado (24), as instalações da Unidade de Especialidades Odontológicas do Maranhão – Sorrir, que será entregue na quarta-feira (28). Acompanhado do secretário de Estado da Saúde, Carlos Lula, o governador destacou que o novo equipamento vai preencher o vazio assistencial que havia na área de saúde bucal.
“Nós nos preocupamos com todas as dimensões da saúde pública. Estamos entregando um equipamento de suporte ao atendimento prestado pelos municípios. Temos uma unidade de qualidade, acessível e inédita para cuidar de demandas antes somente a cargo dos municípios. Vai ser um sucesso. É a prova do nosso compromisso de garantir serviços públicos próximos das pessoas, de qualidade e que deem dignidade a todos os maranhenses”, ressaltou Flávio Dino.
O Sorrir vai oferecer à população atendimento de média complexidade em saúde bucal, além de atuar como referência estadual para o diagnóstico precoce do câncer bucal e para o atendimento protocolar de pessoas com deficiência.
Para o secretário de Estado da Saúde, Carlos Lula, a unidade terá um grande impacto na qualidade de vida da população. “O Sorrir é o primeiro de muitos que queremos entregar à população. Infelizmente, o Maranhão tem muitos edêntulos [pessoas sem dentes] e precisamos cuidar dessas pessoas. Com a unidade, vamos consolidar uma política que por muitos anos foi esquecida. Saúde não é só ausência de doenças, mas tem muitos atributos, inclusive psíquico. Aqueles com problema bucal e sem dentes sofrem com a vergonha. Vamos oportunizar a volta ao convívio social e uma melhora na autoimagem, proporcionando que elas sejam mais felizes e que possam voltar a sorrir”, disse. 
Com previsão de realizar cerca de 4 mil atendimentos por mês, a unidade será a primeira do tipo no estado. “A unidade tem o diferencial de oferecer todas as especialidades odontológicas. Vai ser a ferramenta que vai organizar a rede de atenção à saúde bucal, definindo para qual serviço e instância o usuário será encaminhado”, explicou o chefe do Departamento de Atenção à Saúde Bucal da SES, Allan Patrício.
Participaram da visita, ainda, a subsecretária de Estado da Saúde, Karla Trindade; a superintendente de Atenção Primária, Joelma Verás; e os diretores geral e clínico da nova unidade Fabrício Saraiva e Adriana Leal, respectivamente.
Sobre o Sorrir
A Unidade de Especialidades Odontológicas do Maranhão – Sorrir funcionará ao lado da Farmácia Estadual de Medicamentos Especializados (Feme), em frente ao Terminal de Integração da Praia Grande, de segunda a sexta-feira, das 8h às 20h. O equipamento tem 17 consultórios odontológicos. O atendimento será de urgência, referenciado e espontâneo. 
No atendimento ambulatorial, funcionarão serviços de endodontia, prótese, estomatologia, dentística reparadora, odontopediatria, bucomaxilo, periodontia, ortodontia e implantodontia. Já no Serviço de Apoio Diagnóstico e Terapêutico (SADT) serão oferecidos radiologia panorâmica (digitalizada), radiologia, exames laboratoriais e radiologia periapical.

Após toda a polêmica envolvendo a indicação da deputada Cristiane Brasil (PTB-RJ), condenada a pagar uma dívida trabalhista de R$ 60,4 mil a um ex-funcionário, para o comando do Ministério do Trabalho, chegou a vez do seu substituto, o ministro interino Helton Yomura, passar pelo escrutínio público. Segundo reportagem veiculada pela Globonews, ele também é réu na Justiça do Rio de Janeiro, respondendo a uma ação do Ministério Público que investiga o furto de energia elétrica pela empresa Fimatec Equipamentos, da qual Yomura é sócio.
O processo, de 2014, apura uma ligação clandestina de energia feita pela empresa em seu galpão, na zona norte do Rio de Janeiro. O “gato”, segundo a denúncia, foi encontrado por funcionários da Light, concessionária de energia elétrica da cidade, que chamaram as autoridades. Segundo eles, os medidores de consumo do local não estavam mais lá, não havendo, portanto, registro dos gastos da empresa com eletricidade.
Na ação, o MP destaca que Yomura e seu sócio, Baldomero Simões Abreu, “de janeiro a abril de 2014, livre e conscientemente, subtraíram para si a energia elétrica de propriedade da empresa Light, concessionária de serviço público”. Apesar de não ser possível calcular os gastos da Fimatec no período, a Light estima um prejuízo total de R$ 25 mil.
Em nota, o ministro interino afirmou que o processo decorre de um acidente provocado por um caminhão na rua de acesso à Fimatec, “que ocasionou a queda do poste e medidor de energia que atende à empresa”. De acordo com o texto, o reparo teria sido solicitado à Light no mesmo dia. A concessionária, no entanto, apenas substituiu o poste e não fez a instalação do medidor, “o que ocasionou o consumo sem medição no período”.
A nota acrescenta também que, desde 2012, a Light “tinha como praxe fazer ligações diretas, sem uso de medidores, a cada problema na interrupção de energia. Também era praxe a Fimatec enviar comunicado à companhia quando isso ocorria”.
Fim do processo
No texto, Yomura alegou ainda que o valor da dívida calculado pela Light – R$ 25 mil – foi contestado administrativamente. Segundo ele, a própria concessionária teria concordado que o débito seria “de ínfimos R$ 818,86, devidamente quitado e já juntado ao processo criminal antes do oferecimento da denúncia”. Por conta disso, o ministro disse esperar a extinção do processo, uma vez que “o ressarcimento do preço devido em razão da subtração de energia elétrica, antes do recebimento da denúncia, acarreta a extinção da punibilidade, em respeito aos princípios da isonomia e da subsidiariedade do Direito Penal”.
Helton Yomura foi denunciado pelo MP por dois tipos de furto, qualificado e de energia, podendo enfrentar uma pena máxima de 12 anos de prisão, caso seja condenado. Ligado à Cristiane Brasil, ele ocupava o cargo de secretário-executivo no Ministério do Trabalho até ser indicado como ministro interino, uma vez que a posse da petebista foi suspensa. Ele deve continuar na posição até o final de março, quando o governo escolherá um nome definitivo para o cargo.
Congresso em Foco
O deputado Eduardo Braide protocolou, nesta quinta-feira (22), na sede da Procuradoria Geral de Justiça, a Representação contra o Município de São Luís, por conta da “indústria de multas” na capital. Na tribuna da Assembleia, ele destacou a importância da fiscalização por parte do Ministério Público do Maranhão.
“Somente ao final do dia de ontem, depois de toda a repercussão, é que a Prefeitura resolveu admitir falhas no sistema de fiscalização, mas só reconheceu parte dos seus erros, já que somente algumas multas irregulares serão anuladas”, disse o parlamentar.
Eduardo Braide ressaltou os outros casos que necessitam de apuração e correção por parte da Prefeitura de São Luís.
“Ao lado das multas irregulares reconhecidas – em duplicação e as aplicadas em um ponto específico entre duas avenidas – há várias outras situações. Pessoas que tiveram a infração registrada no período da manhã e a foto tirada no período noturno; pessoas que estavam em suas residências e nem estavam na cidade e receberam a notificação como se aqui estivessem. É exatamente por isso que a Representação foi protocolada e espero que o Ministério Público dê início a abertura de um procedimento para que essa ‘indústria de multas’ seja investigada e quem sabe até seja requisitada uma auditoria no sistema de fiscalização e de expedição de multas por parte da Prefeitura de São Luís”, destacou.
Ao fim do discurso, o deputado disse que acompanhará o trabalho realizado pelo Ministério Público.
“Acompanharei até o final o procedimento do Ministério Público. Primeiro, porque a Prefeitura não reconheceu os erros em sua totalidade. Segundo, esses erros não podem voltar a acontecer. Sei que a fiscalização dessa instituição será séria e independente, dando a tranquilidade ao povo de São Luís, com um trânsito seguro, com fiscalização correta”, finalizou Eduardo Braide.