O deputado estadual Vinicius Louro (PR), usou a tribuna em sessão plenária nesta quarta (20) na Assembleia Legislativa para rebater o discurso do deputado Fábio Macedo (PDT), que se solidarizou a um vereador de Pedreiras que fez restrição alimentar, basicamente consumindo pão e água durante 24h em protesto ao prefeito de Pedreiras, para a construção da quadra e da pavimentação de bloquetes no Bairro do Matadouro. Essas obras já estão viabilizadas através de emendas de um deputado federal votado na cidade.
Para o deputado estadual Vinicius Louro a demora na liberação dos recursos para o início das obras depende apenas do Governo Federal e não da prefeitura. Bem humorado, o parlamentar sugeriu ao colega Fábio Macedo que se junte ao vereador na “greve de fome”.
“Gostaria de falar ao nobre deputado que se solidarizou ao vereador de Pedreiras pela greve de fome, dizer aqui que o problema da liberação da verba para essa obra não é da prefeitura e sim Governo Federal e da Caixa Econômica. O que me chama a atenção é que nesse período que se aproxima as eleições, o vereador resolveu fazer greve de fome. Pedreiras tem tantos problemas, a saúde por exemplo passa por grandes dificuldades, por causa de um hospital que foi adquirido em estado precário comprado pelo município através da família de um ex-vereador, sugiro então aos nobres colegas vereadores que abram uma CPI para investigar a situação e façam também uma greve de fome”, enfatizou o parlamentar.
No final do seu discurso Vinicius Louro, fez uma sugestão: “Já que o meu nobre colega, deputado Fábio Macedo está sendo solidário ao vereador, que ele então faça uma greve de fome em frente à Superintendência da Caixa para que a obra seja liberada e possa beneficiar os moradores do Bairro Matadouro em Pedreiras”, finalizou o parlamentar, que arrancou gargalhadas da presidente da sessão, deputada Graça Paz.
A juíza titular da 1ª Vara da Fazenda Pública de São Luís, Luzia Madeiro Neponucena, condenou, por improbidade administrativa, o ex-prefeito da capital, João Castelo, à perda da função pública e dos bens. Também ficam suspensos, por oito anos, os direitos políticos do condenado, que deverá ressarcir ao erário o valor do dano de R$ 115,1 milhões, devidamente atualizado. A decisão determina, ainda, o pagamento de multa e a proibição de contratar com o poder público pelo prazo de oito anos.
De acordo com informações do processo, a improbidade ocorreu na condução de contratos de recuperação, reconstrução e revitalização de pavimentação asfáltica de ruas e avenidas de São Luís, sem licitação, bem como fraude no procedimento licitatório e ocorrência de danos lesivos ao patrimônio público.
Também foram condenados o ex-secretário municipal de Obras e Serviços Públicos de São Luís, Cláudio Castelo de Carvalho; e os sócios da empresa Pavetec Construções, Gustavo José Melo Fonseca e Daniel França dos Santos. Eles receberam as mesmas penas aplicadas ao ex-prefeito João Castelo, com exceção da perda da função pública, já que não ocupam cargo público.
A sentença da juíza Luzia Neponucena, titular da 1ª Vara da Fazenda Pública da capital, refere-se aos embargos de declaração, com efeitos infringentes, proposto pelo Ministério Público do Maranhão, em face de sentença que havia julgado improcedente os pedidos contidos na ação civil pública também proposta pelo órgão ministerial contra os quatro réus.
Os promotores de justiça João Leonardo Pires Leal e Marcos Valentim Paixão ingressaram com embargos de decisão anterior, proferida por outro juiz que respondia pela unidade judicial. O órgão ministerial alegou que a sentença do magistrado foi omissa, por não observar as provas que demonstram as atitudes dolosas praticadas pelos réus, argumento que foi reconhecido na sentença da juíza Luzia Neponucena, datada dessa terça-feira (19).
Prática de improbidade – consta no processo que o então prefeito João Castelo expediu decreto emergencial, para dispensa de processo licitatório, que resultou na contratação da empresa Pavetec Construções Ltda., para a realização de obras de pavimentação asfáltica, em contrato formalizado em julho de 2009, no valor de R$ 29,9 milhões. Conforme consta no processo, o governo municipal não demonstrou ocorrências emergenciais em ruas e avenidas da cidade, para legitimar a realização dos serviços contratados sem licitação.
Consta nos autos, ainda, que a Prefeitura de São Luís não demonstrou a realização das obras constantes do contrato com a Pavetec, serviços que deveriam ser fiscalizados e feitas as medições para fins de pagamento, sem sequer fazer o registro do local das obras ditas realizadas, confirmando a ocorrência de favorecimento indevido e malversação de recursos públicos.
Conforme a ação civil pública, o governo municipal assinou novo contrato com a referida empresa, em maio de 2010, no valor de R$ 85,1 milhões, para realização das mesmas obras de pavimentação asfáltica, constantes no contrato anterior, apenas acrescentando outras ruas e avenidas da cidade. Para essa nova contratação, a Pavetec alterou seu capital social para se adequar ao edital de licitação, na modalidade Concorrência Pública, que exigia da contratada capital mínimo de 10% do valor total da obra, sendo que essa alteração foi feita 66 dias antes da abertura do processo licitatório.
Conforme consta no processo, o então secretário Cláudio Castelo de Carvalho, para favorecer indevidamente a Pavetec Construções, certificou o atestado de comprovação de aptidão de desempenho técnico da empresa para realizar os serviços, ainda em data anterior ao lançamento do edital licitatório, e sem ter competência legal para isso. Assim, das seis empresas interessadas em participar do procedimento licitatório, apenas a Pavetec comprovou a capacidade técnica exigida no edital e na lei geral das licitações.
Nas obras desse segundo contrato, também não foram apresentadas as medições e recebimento dos serviços realizados, nem a localização das obras feitas, o que era incumbência da Superintendência Municipal de Infraestrutura Viária.
O Ministério Público afirmou estar comprovada a intenção dolosa dos réus em promover a dispensa de licitação, criando um estado emergencial inexistente para afastar o procedimento licitatório no primeiro contrato da Pavetec Construções; em fraudar a concorrência na licitação no segundo contrato com a empresa; bem como por alterar o capital social da vencedora, pouco tempo antes da realização do processo licitatório, para que somente a contratada atendesse aos requisitos estabelecidos no edital da licitação.
Penas – de acordo com a sentença proferida pela juíza Luzia Neponucena, o ex-prefeito João Castelo, de forma solidária com os outros três réus, terá que ressarcir integralmente aos cofres públicos o valor dos dois contratos efetivados com a empresa Pavetec Construções, na quantia de R$ 115,1 (cento e quinze milhões e cem mil reais) em valores atualizados.
Ele também foi condenado a perda dos bens ou valores acrescidos ilicitamente ao patrimônio; pagamento de multa civil no valor de um terço da quantia integral do dano, atualizado; perda da função pública; suspensão dos direitos políticos por oito anos; além da proibição de contratar com o poder público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios pelo prazo de oito anos.
Em sua rotina de trabalho, o deputado estadual Professor Marco Aurélio (PCdoB) continua buscando melhorias nas mais diversas áreas para a Região Tocantina. Nesta terça feira (19), o parlamentar participou de três importantes audiências em busca de ações que possam impactar positivamente o desenvolvimento da região.
Marco Aurélio esteve com o secretário estadual de Gestão e Previdência, Felipe Camarão, para discutir o credenciamento de clínicas e hospitais em Imperatriz a fim de atender aos servidores públicos estaduais.
Atualmente, apenas a cidade de São Luís possui um hospital público voltado exclusivamente para o atendimento dos servidores estaduais. Esta tem sido uma das bandeiras defendidas por Marco Aurélio, com proposição feita na Assembleia e encaminhada ao secretário Felipe. O titular da pasta revelou que o processo de credenciamento dos hospitais está em andamento e que em breve os servidores públicos estaduais de Imperatriz e de toda a região Tocantina terão assistência médica gratuita oferecida pelo estado.
Com a secretária estadual de Turismo, Delma Andrade, o deputado pautou a necessidade urgente de regularização dos voos comerciais Imperatriz – São Luís – Imperatriz. A TAM Linhas Aéreas reduziu drasticamente a quantidade de voos comerciais realizados no trecho, o que acarretou no encarecimento das passagens. A empresa tinha linha diariamente e retirou a da manhã e da noite, bem como de três tardes da semana. Após a reunião, as partes decidiram por realizar uma reunião no início de junho, na cidade de Imperatriz, com as presenças da Prefeitura, Associação Comercial, Secretaria de Turismo, a fim de buscar alternativas para regularizar a situação.
“O cancelamento dos voos resultou no aumento da demanda, aumento dos preços das passagens de uma maneira absurda. Esse foi o primeiro passo para uma ação que faremos para reverter a situação. A ideia é: ou regulariza os voos ou passa pra outra empresa que queira operar com respeito ao nosso povo”, sugeriu Marco Aurélio.
BR – 222
O último compromisso do dia foi com o superintendente Regional do DNIT no Maranhão, Gerardo de Freitas. O objetivo da reunião foi a recuperação da BR-222 e imediata sinalização do trecho Buriticupu – Santa Inês . O problema foi tema do discurso do parlamentar na manha desta terça-feira (19), na Assembleia Legislativa.
“Dificilmente eu faço essa viagem sem presenciar algum acidente grave no trecho. Os buracos, os desmoronamentos na pista e sem nenhuma sinalização, oferecem grande risco à população. Esses problemas podem e devem ser solucionados com a imediata ação do DNIT “, afirmou o parlamentar.
Marco Aurélio cobrou ainda a efetiva execução da obra de Travessia Urbana de Imperatriz para que possa ter efetividade no cronograma de execução. O superintendente do DNIT informou que em até 30 dias irá iniciar a recuperação da BR-222. Com relação à obra de travessia urbana de Imperatriz, Gerardo de Freitas informou que depende de uma deliberação de Brasília para as obras sejam intensificadas.
O prefeito de Paraty, na Costa Verde do Rio de Janeiro, Carlos José Gama Miranda (PT), de 44 anos, foi baleado na noite desta terça-feira (19).
Segundo as primeiras informações da assessoria de comunicação da prefeitura, ele foi “atingido de raspão na cabeça por um tiro quando deixava a prefeitura”.
Ainda de acordo com a prefeitura, “o funcionário público Sérgio José, que acompanhava o prefeito, também foi atingido por um tiro de raspão na cabeça”.
A assessoria também afirmou que as vítimas foram atendidas no Hospital São Pedro de Alcântara e já receberam alta.
A Polícia Civil informou que realiza buscas na região, para encontrar os suspeitos do crime. O caso foi registrado na 167ª Delegacia de Polícia (Paraty).
Veja nota na íntegra:
A Prefeitura de Paraty informa que o prefeito Carlos José Gama Miranda, o Casé, foi alvo de um atentado no início dessa noite, atingido de raspão na cabeça por um tiro quando deixava o Paço. O funcionário público Sérgio José, que acompanhava o prefeito, também foi atingido por um tiro de raspão na cabeça.
O atentado ocorreu por volta das 19h. Um motociclista estava à espreita na entrada da prefeitura e fugiu após efetuar os disparos. O prefeito e o servidor público foram imediatamente encaminhados para o Hospital Municipal, ao lado da prefeitura, onde foram medicados e já se encontram fora de perigo. Equipes da Polícia Civil e da Polícia Militar estão à procura do motociclista que fez os disparos. Imagens de câmeras de vigilância da prefeitura serão utilizadas para tentar identificar o bandido.
A Prefeitura de Paraty condena com veemência esse episódio gravíssimo de violência e agradece a solidariedade da população. A administração também ressalta a mobilização de familiares e amigos, que, assim que souberam do atentado, iniciaram uma vigília na porta da prefeitura, torcendo pela recuperação das duas vítimas.
Com informações do G1.com
A respeito de postagem inverídica e extremamente maldosa veiculada pelo blog do jornalista Waldemar Ter, nesta terça-feira (19), sobre uma suposta música ou jingle, que o titular do blog supracitado afirma ter sido produzido a mando do prefeito da Raposa e tocado em vários carros pela cidade, usando o nome do senador João Alberto e fazendo ofensas ao governador Flávio Dino, o prefeito Clodomir Oliveira dos Santos esclarece que:
- Falta com a verdade o experiente senhor jornalista Waldemar Ter, quando afirma que o prefeito Clodomir mandou produzir música que envolvesse os nomes do senador João Alberto e do excelentíssimo senhor governador do Estado do Maranhão, Flávio Dino.
- Como toda a sociedade do Maranhão tem conhecimento, o comportamento do prefeito Clodomir jamais lhe permitiria mandar gravar ou autorizar a divulgação de qualquer música ou paródia, se utilizando da figura de um senador da república, para achincalhar o governador do Estado. Este comportamento é bem mais condizente com os adversários políticos do prefeito Clodomir, para os quais o senhor Waldermar Ter trabalha na Raposa.
- O senhor jornalista Waldemar Ter foi anunciado como assessor de imprensa da antiga gestora, adversária política do prefeito Clodomir, que foi retirada do cargo pela Justiça e, nitidamente, tenta criar uma crise entre o atual prefeito e o Governo do Estado.
- O grupo político da Raposa no qual trabalha o jornalista Waldemar Ter, tem o costume de usar seus escribas para a “plantação” de factoides, informações falsas, que neste caso, visam prejudicar o relacionamento da administração pública da Raposa, junto à administração pública do Governo do Estado.
- O prefeito Clodomir Oliveira dos Santos lamenta que o jornalista Waldemar Ter, com anos de experiência e tendo um grande nome a zelar, se deixe usar desta maneira, para tentar beneficiar um grupo político, na intenção de prejudicar o bom relacionamento da gestão pública da Raposa, junto ao Governo do Estado do Maranhão.
- A Assessoria Jurídica do prefeito Clodomir já está tomando todas às providencias para que o factoide publicado por Waldemar Ter não fique sem punição.
Raposa, 19 de maio de 2015
Assessoria de Clodomir Oliveira dos Santos
O Governo do Estado lançou nesta terça-feira (19), o novo layout do seu portal na Internet. De acordo com release distribuído pela Secom do Estado, a mudança no padrão de cores e na disposição das notícias, tem o objetivo de melhorar a navegabilidade e facilitar o acesso, principalmente, aos serviços oferecidos via web. Desenvolvido pela Secretaria de Comunicação Social (Secom), em parceria com a Secretaria de Tecnologia da Informação (Seati), o novo Portal traz logo na página inicial destaque para os ícones de serviços, recursos multimídia e redes sociais, as grandes novidades do novo layout.
A 1ª Promotoria de Justiça de Bacabal e a Procuradoria da República no município encaminharam, no último dia 12, uma recomendação ao prefeito José Alberto Oliveira Veloso (foto). O documento orienta para a solução de problemas apontados por auditoria e inspeção realizadas pelo Departamento Nacional de Auditoria do SUS (Denasus), no período de 30 de junho a 13 de julho de 2013.
De acordo com o promotor de justiça Lindemberg Nascimento Malagueta Vieira e o procurador da República Hilton Araújo de Melo, as não conformidades apontadas pelo Denasus são sanáveis e, por isso, dispensam o uso de outros meios judiciais para a sua solução.
Entre as recomendações estão a atualização do Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES); um maior zelo no cumprimento da carga horária por médicos, enfermeiros e odontólogos, inclusive com a divulgação das escalas dos profissionais; e providências a fim de dotar as unidades básicas de saúde e unidades de saúde bucal de todo o mobiliário e equipamentos necessários.
O documento solicita que o município providencie a reabertura da Unidade Básica de Saúde Irineu A. Nogueira. Também deve haver o efetivo controle das atividades que necessitem de deslocamento em veículos, com registros de entrada e saída, uso e quilometragem do veículo, além da identificação de seus condutores.
Na recomendação, o Ministério Público do Maranhão e o Ministério Público Federal convocaram uma reunião para o dia 25 de junho, na qual o prefeito, o secretário municipal de Saúde e o corpo técnico da secretaria deverão apresentar os resultados alcançados.
O governador Flávio Dino lançará o Programa ‘Escola Digna’, nesta quinta-feira (21), a partir das 9h, no auditório do Palácio Henrique de La Roque, com prefeitos e secretários municipais de educação, dando início ao processo de construção de escolas nos 30 municípios com menores Índices de Desenvolvimento Humano. No evento serão apresentadas aos prefeitos e secretários municipais de educação tipologias arquitetônicas das escolas, bem como a nucleação das unidades escolares que serão construídas em áreas estratégicas para atender ao maior número de comunidades possíveis.
O “Escola Digna”, que substituirá escolas de taipa, barro e palha por estruturas de alvenaria, foi instituído pelo governador Flávio Dino, estruturado pela Secretaria de Estado de Educação (Seduc) como Macropolítica de Educação, com o objetivo de construir uma escola acolhedora, democrática, participativa, inclusiva e que seja, de fato, geradora de uma Educação Cidadã – capaz de transformar e libertar. O programa define ações prioritárias, em consonância com o Plano Estadual de Educação (PEE), articula os setores da Seduc e institucionaliza as orientações que direcionam as práticas educativas.
O Programa faz parte do Plano de Ações ‘Mais IDH’ – política de governo instituída pelo Decreto 30.612 de 2 de janeiro de 2015 com a finalidade de desenvolver ações para superar a pobreza extrema e as desigualdades sociais nos meios urbano e rural, nos 30 municípios com menor IDH do estado.
Dos 217 municípios maranhenses, 151 se inscreveram no programa ‘Escola Digna’. As ações começaram pelos 30 municípios com menor IDH, que aderiram ao programa. Em seguida, serão estendidos aos demais municípios inscritos.
Inicialmente, o programa previa apenas a construção de prédios de alvenaria para substituir escolas de taipa, palha, palhoças e barracões, num total de 1.090 unidades espalhadas por quase todo o estado, mas o ‘Escola Digna’ se transformou no maior programa de educação básica da história do Maranhão, alicerçado em seis eixos estruturantes: o Ensino Médio Integrado em tempo Integral; a Formação Continuada; o Regime de Colaboração com os Municípios; a Gestão Educacional; a Avaliação da Aprendizagem e Institucional; e a transversalidade da pesquisa, ciência e tecnologias.
Nucleação
As escolas serão construídas em áreas estratégicas para atender ao maior número de comunidades possíveis. O objetivo é aumentar a possibilidade de oferta progressiva e integrada do ensino fundamental; facilitar ações da coordenação pedagógica; aprimorar o uso de recursos didáticos – pedagógicos; promover maior eficiência à gestão escolar; otimizar a oferta dos serviços educacionais; reduzir o número de escolas e salas de aula isoladas e melhorar a qualidade da aprendizagem. O acesso dos estudantes será garantido por meio de transporte escolar de qualidade.
Em regime de parceria, os municípios disponibilizam os terrenos, que devem estar regularizados e devidamente documentados. O governo fica responsável pela construção das escolas que, uma vez prontas, serão entregues às prefeituras, beneficiando a milhares de crianças e adolescentes da Educação Infantil ao Ensino Fundamental, nos dois turnos, nas escolas regulares e indígenas.
O ex-prefeito de Bacabal e ex-presidente da FAMEM (Federação dos Municípios do Estado do Maranhão), Raimundo Lisboa, foi preso no início da manhã desta terça-feira (19), em mais uma operação da Polícia Civil no combate ao crime de agiotagem no Maranhão.
A operação denominada “El Berite” comandada pela Superintendência de Investigação Criminal (SEIS), prendeu, além do ex-prefeito, outras quatro pessoas, todas suspeitas de envolvimento com o crime de agiotagem.
Segundo o delegado-geral Augusto Barros, além do ex-prefeito, outras quatro pessoas foram presas, todas ligadas a prefeitura. Entre elas estão Manoel Moura Macedo, Francisco de Jesus Silva Soares, Ezequiel Farias e Aldo Araújo Brito, ex-presidente da comissão de licitação de Bacabal. Foi realizada, também, a prisão coercitiva de Maria do Carmo Xavier.
Os conduzidos foram encaminhados para a SEIC. A cúpula da Secretaria de Segurança deve conceder uma coletiva ainda hoje para detalhar a operação.
Com informações do Blog Jorge Aragão

Aos poucos, o prefeito da Raposa, Clodomir Oliveira, vai colocando o município nos eixos. Exemplo disso, são as prateleiras lotadas de remédios, que antes estavam vazias, mas que hoje, possuem um bom estoque de medicamentos, que está a disposição da população de toda a cidade! O povo agradece!
