O Governo do Maranhão, por meio da Secretaria de Estado da Infraestrutura (Sinfra), realizou vistoria em pontos da orla marítima de municípios da Região Metropolitana afetados pelo fenômeno da maré de sizígia, que tem acontecido nos últimos dias. Em São Luís, as ondas atingiram o calçamento na praia da Ponta d’Areia, do lado da península, derrubando um poste e provocando erosão no aterro. As águas arrastaram o barro, quebrando a calçada e deixando o mar avermelhado na área. Na cidade de Raposa, a maré alta alagou as ruas próximas ao cais. Técnicos e consultores da Sinfra fizeram um levantamento dos problemas para definir as intervenções necessárias nesses locais.
Na Ponta d’Areia, o cientista ambiental e professor do Departamento de Oceanografia da Universidade Federal do Maranhão (Ufma), Márcio Vaz, que é consultor da Sinfra, explica que para evitar os prejuízos com o avanço da maré é necessário construir um quebra-mar, ou, de forma mais emergencial, fazer uma barreira de pedras ao longo da parte aterrada, do lado da península, como já existe na praia.

Segundo Márcio Vaz, os benefícios do Espigão Costeiro, construído há quatro anos, ainda não chegaram a essa parte da praia e só serão observados plenamente em dez anos. “O espigão não é um quebra-mar e uma das funções dele é aumentar a faixa de praia, para afastar a maré, evitando erosão e desobstruindo o canal, o que já está sendo observado”, explica.
Na Raposa, onde as ondas avançaram sobre o cais e a área urbanizada, tomando também ruas próximas e alagando casas, o problema é agravado porque o terreno onde estão as casas é mais baixo que o nível do mar. “Nossa intenção é verificar in loco todos os efeitos provocados pelas ondas e tomar as medidas emergenciais necessárias, para conter os prejuízos”, afirmou o secretário de Infraestrutura, Clayton Noleto.
A maré equinocial de sizígia ocorre nos meses de março e setembro quando o sol e a lua estão alinhados com a terra, e é mais intensa nesta época do ano, por causa dos ventos alísios.
Uma comissão formada por membros da Corregedoria, Controladoria e Procuradoria do município de Bom Jardim (MA) começou, nesta segunda-feira (31), a auditoria sobre os contratos firmados por Lidiane Leite da Silva (sem partido), foragida da Justiça por suspeita de desvio de verbas da educação, quando estava à frente da administração da cidade.
Empossada após a fuga de Lidiane, a prefeita em exercício, Malrinete Gralhada (PMDB), disse ao G1 que está fazendo o recadastramento de funcionários da prefeitura por haver indícios de irregularidades nas contas do Executivo Municipal, inclusive com possibilidade de “servidores fantasmas”.
“Recebi informações de que existem muitos funcionários fantasmas na folha de pagamento da Prefeitura de Bom Jardim. Então adotamos essa medida para a gente possa saber como se encontra a real situação das folhas de pagamento do município”, afirmou.

Segundo Gralhada, o município de Bom Jardim está em estado de abandono administrativo. Existem problemas nos contratos de licitações para construção e reforma de escolas da cidade, documentos foram extraviados da prefeitura e o salário dos funcionários públicos está atrasado.
“O município está em estado de abandono total. Os secretários ainda não entregaram as pastas. Muitos documentos foram tirados da prefeitura, então nós estamos buscando condições de trabalhado ainda. Estamos fazendo esse levantamento, mas a saúde e educação serão prioridades no primeiro momento”, explicou.
Gralhada foi empossada prefeita na última sexta-feira (28) pelo juiz Cristóvão Sousa Barros, titular da 2ª Vara da Comarca, no Fórum de Bom Jardim. O magistrado havia concedido, na quinta-feira (27), mandado de segurança, determinando que a vice assumisse imediatamente a prefeitura.
Do G1 Maranhão
A Prefeitura Municipal de Raposa executa a todo vapor o PAA (Programa de Aquisição de Alimentos), através da Secretaria Municipal de Agricultura, conduzida atualmente por Rosana Dias.
O Programa de Aquisição de Alimentos – PAA, criado pelo art. 19 da Lei Federal nº 10.696, de 02 de julho de 2003, possui duas finalidades básicas: promover o acesso à alimentação e incentivar a agricultura familiar.
Para o alcance desses dois objetivos, o Programa compra alimentos produzidos pela agricultura familiar, com dispensa de licitação, e os destina às pessoas em situação de insegurança alimentar e nutricional e àquelas atendidas pela rede socioassistencial, pelos equipamentos públicos de segurança alimentar e nutricional e pela rede pública e filantrópica de ensino.
O PAA também contribui para a constituição de estoques públicos de alimentos produzidos por agricultores familiares e para a formação de estoques pelas organizações da agricultura familiar. Além disso, o Programa promove o abastecimento alimentar por meio de compras governamentais de alimentos; fortalece circuitos locais e regionais e redes de comercialização; valoriza a biodiversidade e a produção orgânica e agroecológica de alimentos; incentiva hábitos alimentares saudáveis e estimula o cooperativismo e o associativismo.
De acordo com o prefeito Clodomir Oliveira, o objetivo é incentivar ainda mais o cultivo de alimentos, onde a população possa se beneficiar, e principalmente, ter uma vida mais saudável e adequada, promovendo a inclusão social no campo pro meio da agricultura familiar.

A Prefeitura de Raposa tem convênio firmado com o Governo Federal desde julho de 2013, atualmente 43 agricultores locais fornecem alimentos à cinco (5) instituições municipais.
Recentemente, a secretária Rosana Dias, acompanhada dos cinco agricultores que fazem parte do programa (PAA), participou do seminário sobre alimentação, onde o município de Raposa foi bastante elogiado pela manutenção do Programa PAA.
Durante sua ida a Imperatriz, após cumprir vários compromissos políticos, o deputado Wellington do Curso (PPS) fez uma visita surpresa, na tarde da última sexta-feira (28), ao Hospital Municipal de Imperatriz (Socorrão), onde ficou estarrecido com a situação encontrada.

De acordo com o parlamentar, o Hospital encontra-se em estado de precariedade e desumanidade e, ao falar com pacientes, pôde comprovar as principais problemáticas daqueles que precisam do sistema municipal de saúde.
“Ao conhecer de perto o hospital municipal de Imperatriz, pude comprovar quanto a nossa saúde ainda encontra-se na ‘UTI’. Ao passar por cada parte vemos o caos: super lotação, pessoas atendidas nos corredores (macas nos corredores), pacientes tomando soro nos corredores e segurando as bolsas de soro na mão, baratas por todos os lados, dentre tantas outras mazelas que ferem a dignidade humana. O hospital de Imperatriz está jogado às baratas! Enquanto representante do povo maranhense e vice-presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa, não me calarei diante de atos desumanos como este”, relatou.

Ao discorrer sobre as problemáticas do Socorrão de Imperatriz, durante seu pronunciamento na sessão desta segunda-feira (31), Wellington destacou o artigo 196 da Constituição Federal de 1988 que defende a saúde como direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução de risco de doenças.
Na ocasião, o parlamentar encaminhou requerimentos ao Centro de Apoio Operacional de Defesa da Saúde (CAOp), solicitando a fiscalização no Hospital Municipal de Imperatriz; e à secretária municipal de saúde, Conceição Madeira, solicitando esclarecimentos sobre a prestação de serviços de saúde no município, a superlotação, atendimento desumano nos corredores do Hospital, dentre outras mazelas que prevalecem no local.
Foi sancionado nesta segunda-feira (31), no Salão de Atos do Palácio dos Leões, sede do Governo do Estado, o Projeto de Lei nº 172/2015, que transforma a Gerência de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-MA) em autarquia. Na Assembleia Legislativa, o projeto teve como relator o deputado estadual Eduardo Braide (PMN), e deve garantir à população maranhense mais proteção nas relações de consumo.

O PL nº 172/2015 foi encaminhado à Assembleia Legislativa no dia 5 de agosto, sendo aprovado de forma unânime pela Casa. Com a mudança, o Procon passa agora a se chamar Instituto de Proteção e Defesa do Consumidor, tendo personalidade jurídica própria e atuação de forma autônoma, auxiliar e descentralizada da administração pública, apesar de ainda ser fiscalizado e tutelado pelo Estado.
“Essa é mais uma marca importante para o direito de consumo, pois teremos um Procon mais autônomo e mais atuante, que passa a ser um instituto que permite a fiscalização em todas as regiões do estado. Passa a ser um órgão independente, o que vai trazer mais celeridade às ações e processos”, afirmou o diretor-geral do Procon, Duarte Júnior, que agora passará a ser presidente.
PARTICIPAÇÃO E RECONHECIMENTO
O presidente da Assembleia, deputado estadual Humberto Coutinho (PDT), e os deputados Levi Pontes (SD) e Zé Inácio (PT), participaram da solenidade de sanção do projeto. Os parlamentares destacaram a importância desse grande passo para o estado e o empenho da AL em trabalhar em prol de ações que só têm a beneficiar a população. “A Assembleia Legislativa agilizou a aprovação desse projeto e tem contribuído com a aprovação de leis importantes como essa. Destacamos que o Procon é um dos órgãos mais atuantes em relação à defesa do consumidor”, ressaltou o deputado Zé Inácio.
O deputado Levi Pontes frisou que, além de oportuno, a transformação do Procon em autarquia irá ampliar o acesso aos direitos adquiridos de toda a população maranhense. “É uma ação extremamente oportuna e necessária para a população, principalmente por favorecer aqueles que mais precisam no Maranhão. É importante que a população veja que o poder público está de olho e se preocupando com suas necessidades”, destacou o parlamentar.
O governador Flávio Dino (PCdoB) também ressaltou o papel e o interesse da Assembleia Legislativa em aprovar projetos de leis importantes para a população. “A AL tem compreendido a nossa agenda de trabalho, aprovando vários projetos de lei e sendo uma instância em que os nossos propósitos têm conseguido grande acolhida”, assinalou.
ESTRUTURA
Atualmente, o Procon possui 13 postos de atendimento presencial em todo o Maranhão, número que deve aumentar para 21 até o final deste ano. Além disso, a instituição também possui plataformas online de atendimento, como o site do Procon (www.procon.ma.gov.br) e o aplicativo para celulares, potencializando os canais de atendimento ao consumidor.
Além de expandir a sua atuação, com a transformação do Procon em autarquia a instituição também poderá celebrar convênios destinados ao estabelecimento de Programas de Proteção e Defesa do Consumidor, em parceria com os municípios, para garantir o cumprimento das disposições do Código de Defesa do Consumidor, da Lei Federal Delegada nº 4, de 26 de setembro de 1962, e das demais normas legais e regulamentares pertinentes.
O município de Lago da Pedra pagará indenização de R$72.400,00 a um motociclista que teve a perna amputada por negligência médica, conforme decisão da 3ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA) que – seguindo voto do desembargador Jamil Gedeon – confirmou sentença da Justiça de 1º Grau pela condenação.
De acordo com os autos, o motociclista sofreu acidente ao tentar desviar de um pedestre. Ele perdeu o controle da motocicleta e colidiu com uma calçada. Com uma lesão na perna direita, foi levado ao Hospital Municipal Serra Castro, recebendo naquela unidade de saúde os primeiros atendimentos e se submetendo depois a uma cirurgia.
No segundo dia de internação, o motociclista começou a sentir muitas dores no local lesionado que, segundo ele, já exalava odor. Mesmo com as constantes reclamações, seu pedido de transferência para outra unidade hospitalar só veio a ocorrer no quarto dia de internação, sendo, então, removido para a cidade de São Luís. Como a transferência aconteceu de forma tardia, o quadro infeccioso não foi contido, levando à amputação da sua perna.
Em recurso interposto junto ao Tribunal de Justiça, o Município de Lago da Pedra contestou o pedido de indenização. Alegou ausência de qualquer prova de falha ou erro médico durante internação do paciente, capaz de responsabilizar o Executivo Municipal pelos fatos ocorridos e pelo pagamento de indenização por dano moral.
Os argumentos do Município não convenceram o relator do processo, desembargador Jamil Gedeon. O magistrado enfatizou que a sentença de primeira instância foi adequada a partir da análise das provas apresentadas. Apontou a inexistência de dúvidas quanto à internação do paciente com um ferimento na perna direita, cujo quadro evoluiu para uma infecção e consequente amputação da perna do motociclista.
Frisou, também, que o depoimento de uma técnica de enfermagem deixou clara a negligência no atendimento disponibilizado ao paciente e citou o artigo 37, da Constituição Federal, que define a responsabilidade civil objetiva do Estado, segundo a qual a Administração Pública deve indenizar os danos causados por seus agentes, mediante comprovação do nexo de causalidade.
A Revista Congresso em Foco, está fazendo uma série de reportagens sobre as acusações criminais contra os parlamentares da legislatura iniciada em 1º fevereiro de 2015. A lista tem mais de 130 deputados que estão sob investigação, e como não poderia deixar de ser, quatro deles são maranhenses.
Isso significa que cerca de 26% dos deputados são suspeitos de participação em crimes. No Senado, o negócio piora, chegando na casa dos 40%. Dois fatos podem explicar a diferença. O primeiro é que, provavelmente, o Supremo – foro exclusivo para julgamento de conduta criminosa de senadores e deputados federais – não recebeu ainda todos os processos que tramitavam nos estados contra parlamentares que estrearam no Congresso neste ano. O segundo é que o tempo acumulado por alguns deputados na atividade política não foi suficiente para a identificação de eventuais ilícitos por parte de um sistema flagrantemente ineficaz tanto para denunciar quanto para julgar políticos pegos com a mão na botija.
E o mais absurdo desses casos é que, dos mais de 500 congressistas acusados de atos criminosos desde a promulgação da Constituição de 1988, somente 16 foram condenados e apenas oito chegaram a cumprir a pena. Em muitos casos, os processos simplesmente prescreveram sem que os ministros do STF tivessem julgado o comportamento dos réus.
Weverton Rocha-
Responde às ações penais 683 e 700 e ao Inquérito 3621 por crimes contra a Lei de Licitações. A Ação Penal 683 trata da contratação sem licitação da Fundação Darcy Ribeiro. Segundo o deputado, não havia, à época, nenhuma entidade capaz de realizar o trabalho. Na Ação Penal 700, o tema é o contrato com uma empresa para transportar atletas pelo estado. “Houve contrato com a única empresa que se apresentou no certame”, disse.
Veja a íntegra do que diz o parlamentar:
“Ação Penal 683: A acusação não prospera, pelo fato de não haver a época nenhum Instituto ou Fundação capaz de realizar o trabalho. Por essa razão, foi contratada a Fundação Darcy Ribeiro, que presta serviços inclusive a Presidência da República e o Instituto Maranhense de Administração Municipal. Os recursos foram devidamente aplicados e o programa beneficiou milhares de jovens na Capital e interior do Maranhão. A acusação se limita a exigir licitação, em episódio que não havia concorrentes.
Ação Penal 700: Os erros na peça acusatória são claros, pois houve contrato com a única empresa que se apresentou no certame, certamente em razão do numero de veículos de grande porte necessários para transporte de atletas pelo estado e competições nacionais em diversas modalidades. Poucas empresas possuíam os requisitos necessários, dado o numero de carros necessários para suprir o contrato. Também neste processo não se cogita de superfaturamento ou descumprimento do contrato, mas apenas de formalidades de contratação. Vale informar que essa empresa contratada já prestava serviços à secretaria e continuou a prestar após minha saída da Secretaria de Esportes, mas curiosamente somente eu fui denunciado.
Inq. 3621: Ainda não fui regularmente citado neste procedimento, razão pela qual me abstenho de comentá-lo, até por desconhecer seu conteúdo.””
Pedro Fernandes-
Investigado no Inquérito 3728 por peculato e abuso de poder. “Esse inquérito deu-se a partir de uma ‘denúncia’ apócrifa, sem apresentação de prova alguma ou indício concreto, o que consequentemente não deve prosperar para uma ação de fato”, explicou o deputado.

Waldir Maranhão –
Primeiro-vice-presidente da Câmara, responde ao Inquérito 3989, por lavagem de dinheiro, corrupção passiva e formação de quadrilha, da Operação Lava Jato. E, ainda, aos inquéritos 3794 e 3797 pelo mesmo crime. “É do meu interesse o célere esclarecimento dos fatos, desfazendo equívocos e contradições”, afirmou Waldir.
Veja a íntegra da resposta do deputado:
“Em relação aos inquéritos de números 3784, 3787 e 3989, os mesmos tramitam no Supremo Tribunal Federal (STF), sem que até então tenha havido decisão pela abertura de eventuais processos.
Com as explicações pertinentes já prestadas às autoridades no escopo das respectivas investigações, continuo confiando no trabalho imprescindível da Justiça.
A Constituição Federal recepciona com clareza o instituto da “presunção da inocência” (artigo 5º, inciso LVII), mas ressalvo ser do meu interesse o célere esclarecimento dos fatos, pois só assim a verdade virá à luz, desfazendo equívocos e contradições.
Com o apoio dos eleitores e a consciência tranquila, continuo lutando no Congresso Nacional pelos interesses do Maranhão e da população do
meu estado.”
O ex prefeito e atual deputado federal João Castelo também faz parte da lista. Contra o tucano, pesam crimes de responsabilidade e contra a administração pública em geral.
Com informações do Congresso em Foco, com edição do blog.
O caso da prefeita Lidiane Leite, foragida há 11 dias, foi destaque ontem na rede britânica BBC. De acordo com a publicação, a prefeita da cidade brasileira de Bom Jardim, governava à distancia por aplicativo de celular ou computador.
A informação dá conta de que a prefeita Lidiane Leite, 25 anos, está foragida depois de ter sido acusada de desviar fundos da educação. A BBC destaca que segundo os promotores, a gestora mantinha uma vida de luxo na capital do estado do Maranhão.
O único contato da prefeita com sua cidade, Bom Jardim, era feito através de mensagens diárias WhatsApp para o seu gabinete.
A publicação descreve ainda, a juventude e inexperiência de Lidiane Leite, que aos 20 anos foi eleita prefeita em lugar do namorado Beto Rocha, proibido de concorrer a prefeito em 2012 por conta da lei de combate a corrupção.
Uma vez eleita, a prefeita Lidiane Leite teria nomeado o namorado como secretário de Assuntos Políticos e foi morar na capital do estado, São Luís. O casal teria terminado o relacionamento no início deste ano, e Beto Rocha renunciou pouco depois.
A operação Éden teria sido iniciada após descobertas evidências de desvios de fundos destinados às escolas de Bom Jardim.
A BBC ainda destaca que o sistema de ensino da cidade que já era precário entrou em colapso porque os professores não estão sendo pagos.
Um mandado de prisão em desfavor de Lidiane foi emitido na quinta-feira e a vice-prefeita foi empossada no sábado, prometendo instaurar uma investigação completa.
A prefeita foragida terá um mandado de detenção internacional, caso não se entregue até terça-feira. A BBC ressalta que o Maranhão é um dos estados mais pobres do país.
De O Imparcial
Uma atuação rápida e precisa de uma guarnição do 5º Grupamento do Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão, sediado em Caxias – evitou uma tragédia sem precedentes nesta sexta-feira(28), na BR/316.
De acordo com informações do Comando Operacional do CBMMA, a guarnição retornava de um atendimento quando se deparou com um princípio de incêndio em um caminhão tanque bitrem da distribuidora de combustível Alé.

Carregada com 40 mil litros de combustível, os pneus da careta bitrem estavam em chamas e, segundo os bombeiros, possivelmente ocasionado pelo travamento de um dos rolamentos, devido à alta temperatura do asfalto.
Parceria com a gigante Furnas
O 4º Grupamento do Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão, sediado na cidade de Balsas, sob o comando do capitão Willys Pablo Leite do Nascimento, foi escolhido para integrar um projeto “Furnas Educa”, desenvolvido em todo o País pela empresa Furnas, subsidiária da Eletrobrás e vinculada ao Ministério de Minas e Energia, dedicada a geração e transmissão de energia elétrica.

A primeira edição do projeto, que tem como objetivo a conscientização de Crianças quanto à economia de energia e a prevenção a queimadas – foi realizada entre os dias 24 e 27 do mês em curso. Além do CBMMA, a Prefeitura do município também irá fazer parte do projeto, que tem como tema “Prevenção a Incêndios Florestais”.
O projeto, que tem como público alvo os alunos da rede municipal de ensino, será desenvolvido de forma intercalada durante o ano todo. “ Nesse contexto a presença do Corpo de Bombeiros é vital, tendo em vista que a atividade preventiva é essencial ao nosso trabalho”, disse o comandante. 
“Sem contar, ainda, que o público alvo é ideal, haja vista que a criança é excelente disseminador de informação, pois atingem os pais, tios, amigos próximos à residência e não tem cautela ao cobrar o que foi ensinado”, finalizou o coronel Roberto.
O capitão Willys explicou que nessa primeira etapa, a cidade de Balsas foi a única escolhida no Maranhão em razão do grande número de incêndios florestais. “Através da apresentação de palestras e atividades dinâmicas conseguimos alcançar o nosso objetivo”, disse o capitão que esteve pessoalmente coordenando todo o trabalho.
Furnas
Furnas nasceu com o desafio de sanar a crise energética que ameaçava o país na década de 50. A Usina de Furnas foi a primeira hidrelétrica de grande porte do Brasil, com capacidade de 1.216 MW, implantada no rio Grande (MG) em 1958. Em 1963, através do Decreto Federal nº 41.066, a empresa Central Elétrica de Furnas começou a funcionar efetivamente, em Passos (MG).
Com sede no bairro Botafogo, zona Sul da cidade do Rio de Janeiro, Furnas possui empreendimentos no Distrito Federal e nos estados de Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Espírito Santo, Tocantins, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Rondônia, São Paulo, Rio Grande do Norte e, mais recentemente, no Ceará.
O sistema de Furnas conta hoje com 17 usinas hidrelétricas, duas termelétricas, três parques eólicos, aproximadamente 24 mil quilômetros de linhas de transmissão e 62 subestações. Empreendimentos construídos com recursos próprios e em parceria com outras empresas. Mais de 40% da energia consumida no Brasil passa por esse sistema, que utiliza a força da água para gerar 95% de sua energia através das hidrelétricas.
A empresa garante o fornecimento de energia para locais onde estão situados 63% dos domicílios brasileiros, que respondem por 81% do PIB nacional.
A economia brasileira está condenada a crescer pouco. O Produto Interno Bruto (PIB) anda para trás e será difícil para o país se recuperar diante do enfraquecimento político da presidente Dilma Rousseff. A crise de governabilidade é tão forte que está botando uma pá de cal em qualquer chance de avanço da economia durante este segundo mandato dela, na avaliação de especialistas.

Depois de o Brasil registrar crescimento nulo em 2014, especialistas preveem que o PIB vai despencar neste ano e no próximo. O biênio negativo é algo que não ocorria desde o início da década de 1930, período conhecido, nos Estados Unidos, como “A Grande Depressão”, que provocou queda no consumo de todo o planeta. As apostas são de que, mesmo que haja uma virada a partir de 2017, o crescimento poderá ser pífio por vários anos. “É possível que não tenhamos crescimento sustentável por quase uma década. Está ruim, mas pode ficar pior”, avisa o economista-chefe da Austin Rating, Alex Agostini. As famílias brasileiras já estão sentindo as dificuldades no seu cotidiano e têm noção da falta de perspectivas.
O economista-chefe da MB Associados, Sergio Vale, não tem dúvidas de que a economia brasileira vai demorar para voltar a deslanchar. Ele acaba de alterar as previsões de queda do PIB de 2,1% para 2,5%, neste ano, e de 0,6% para 1%, em 2016. Com Dilma no poder, diz, dificilmente haverá uma recuperação em 2015. “É necessário o surgimento de uma liderança que consiga unificar o país em torno de um projeto. Não temos isso hoje e não sei se teremos nos próximos anos”, destaca.
Ele vê a deterioração do quadro como algo inevitável. “A economia precisará piorar mais para que se chegue a um consenso sobre as reformas mínimas necessárias. Não bastará aumentar infraestrutura. Questões cruciais, como tamanho do Estado e da educação, terão que ser enfrentadas”, explica Vale, que prevê taxa média anual de crescimento em oito anos de governo Dilma de 0,9%, uma das piores da história, menor até que a dos governos Collor/Itamar, de 1,2%.
Com informações do Correio Braziliense