Raposa: Cada vez mais complicada a escolha do candidato a vice de Talita Laci

Faltando cerca de 25 dias para as tão aguardadas convenções partidárias municipais, que homologarão os propensos candidatos à sucessão municipal nestas eleições de 2016, os bastidores políticos em Raposa andam em clima de tensão total. Uma das maiores preocupações dos atuais pré-candidatos ao cargo majoritário, encontra-se na escolha de vice para compor chapa.

Alguns partidos aparentam estarem bem definidos quanto a esta questão, já outros encontram extremas dificuldades e encaram esta tarefa como uma peça fundamental que pode alavancar ou destruir todo um planejamento traçado para estas eleições.  Quem vive de perto esta situação é a pré-candidata comunista, Talita Laci (PCdoB).

talita laciTalita “namora” hoje, vários nomes para a função, entre eles estão: Marcio Greik, Jorge Otoch, Cariolano, Assunção, Brandão, Alan Madeireira, Zé Riba. O fato é que essa indecisão provoca uma forte tensão nas fileiras do PCdoB raposense.

O nome mais cotado dentre os citados acima parece ser mesmo o do ex-vereador Márcio Greik, que já foi até flagrado em conversas pelo whatsapp confirmando esta tese, mas o grupo sofre pressão do ex-vice da chapa na eleição de 2012, Raimundo Assunção, que tem a pretensão de repetir o feito, caso contrário, Assunção, que possui um número volumoso de familiares (e já voltou pra Igreja de origem), afirma que seguirá em outra direção. A  vaga ainda é pleiteada pelos empresários Jorge Otoch e Alan Madeireira, além do ex-prefeito de Maranhãozinho, José Brandão, do militante histórico das campanhas da família Laci, Zé Riba e pelo ex-candidato a vereador, Cariolano, este último, já confidenciou à familiares e amigos que só fica no grupo comunista se for o escolhido.

Outras lideranças do grupo caminham em direções opostas a esta tese, e defendem ferrenhamente que um nome de fora do grupo possa ocupar este espaço, deixando os citados de lado. O problema, para os defensores deste pensamento, é que nenhum outro pré-candidato  de outro grupo ou partido político simpatiza com esta ideia. É que as sucessivas derrotas eleitorais dos últimos três pleitos (2004,2008 e 2012), geram imensa desconfiança em uma possível vitória nas urnas este ano, o que dificulta ainda mais as articulações vermelhas.

Aguardemos cenas dos próximos capítulos!

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