Autor da Lei do “Food Truck”, Sá Marques denuncia descaso com os comerciantes

O Vereador Sá Marques, candidato a reeleição com o número 19.444, está a todo vapor realizando caminhadas por toda São Luís, levando pessoalmente seu material de campanha, onde consta suas ações enquanto parlamentar nos últimos quatro anos,  e claro, conversando olho no olho com a população maranhense.

Em mais uma de suas andanças neste fim de semana, desta vez, na região da Península, Sá Marques, exercendo seu papel de representante da população ludovicense na Câmara Municipal, constatou um triste descaso com os comerciantes do ramo do Food Truck. Vale ressaltar, que em 2019,  foi promulgada a Lei n° 6.459/2019, de autoria do parlamentar, que regulamenta o Food Truck em São Luís, que é uma das principais atividades econômicas hoje no País, reveja aqui.

 

Revoltado com a situação, Sá Marques gravou um vídeo (veja acima), onde denuncia o descumprimento da Lei aprovada na Câmara Municipal, e que prejudica fortemente os comerciantes da área (Food Truck) e pede a intervenção do Ministério Público  para resolver o problema o mais rápido possível.

Uma situação extremamente triste, constrangedora e acima de tudo que fere a dignidade da pessoa humana. Neste sentido peço o apoio do senhor Jean, que é Defensor Público, os senhores promotores do Ministério Público, Cláudio Guimarães e Cláudio Cabral, que foram os grandes idealizadores de uma lei que é de minha autoria na Câmara Municipal de São Luís, que é a chamada Lei do Food Truck, dos veículos vendedores de lanches. Inclusive a questão da energia elétrica, organização do espaço criado para esse tipo de comércio na Litorânea, foi exatamente por parte de solicitação, por parte de pressão do Ministério Público, que aqueles trabalhadores passaram a ter aquela estrutura básica para desenvolverem o próprio sustento, e aqui (Espigão Costeiro), simplesmente, os trabalhadores de food truck, não têm energia elétrica. Nesta realidade, a Citelur, responsável pelo abastecimento elétrico, alega segundo os trabalhadores com quem pude conversar, que a justificativa é de que o transformador fica muito distante do local aonde trabalham dignamente e toda semana praticamente a energia elétrica é cortada. E para piorar a situação, isso acontece em um cenário de pandemia, de dificuldade financeira, onde esses trabalhadores só querem os seus sustentos. Eu pergunto, porque a Citelur não faz uma linha subterrânea para ter que permitir o serviço desses trabalhadores, dessas pessoas que precisam sobreviver, trabalho digno, honesto. Então peço o apoio do Ministério Público e da Defensoria Pública, para que nos juntemos e possamos dar uma solução para essa demanda que é constrangedora, humilhante, para esses trabalhadores, pais e mães de família “, desabafou Sá Marques.

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